I LOVE ALL STARZ!


26.5.05
"MATÉRIA BACANA!"

Saiu uma matéria bacana sobre a "DIRTY DISCO" de sábado lá no portal Eletrogralha, escrita pela Manu!! Já viram?

Se você não viu ainda clique aqui! Ou acesse www.eletrogralha.com.br

Manu: Valeu!!!!!!!


20.5.05


"CURITIBA JÁ TEM A SUA NOVA FESTA MENSAL DE DISCO PUNK!"

Então!

Nós aqui do núcleo ALL STARZ estamos lançando mais um projeto mensal de festas chamado "DIRTY DISCO", mais focado no disco punk e afins. Uma festa com uma sonoridade mais rock! Com muita música nova que tem surgido desde a virada do século aliados aos hits clássicos!

É também mais uma oportunidade pra sair, se divertir na noite de Curitiba e de quebra ouvir boa música!

É isso aí! E dia 28 a gente espera por vocês lá!!

Gil Riquerme & André Grimberg

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DIRTY DISCO - DISCO PUNK PARTY

Quando:
Sábado, 28/05/05

DJs:
Gil Riquerme, Anarco, Herzog

O que você vai ouvir e dançar:
disco punk, no wave, neo post punk, death disco, nu rock, dirty disco, glitch punk

Quanto:
$ 8,00 com flyer / $10,00 sem flyer [livre de consumação!]

Local:
Nico Bar - Rua João Negrão, 45 - Tel: (41) 3323-5392 - a partir das 23 h

E-mail:
projetodirtydisco@hotmail.com

Apoio:
Signo Arte Digital e Mau Medeiros

Organização:
Gil Riquerme e André Grimberg


19.5.05
ROCK ELETRÔNICO OU ELETRÔNICA ROCK?

Hang the DJ!

Gosta de sair pra dançar? Tá de saco cheio de ouvir as mesmas músicas? Já não se sente tão empolgado em uma pista de dança? Aquela balada eletrônica já não empolga mais?? Pois é... Bem vindo ao clube!

Nos últimos anos tem-se notado uma certa saturação da música eletrônica em termos mundiais, afinal foram mais de dez anos de reinado absoluto dos sintetizadores, blips e tóins, com DJs virando superstars (vide Fatboy Slim, Chemical Brothers, Sasha, etc...), com música eletrônica até em comercial de pasta de dente. Definitivamente popularizando e até diluindo os conceitos originais desse estilo.

Tudo isso de certa forma ajudou a empurrar o Rock (como o conhecíamos) de volta para o underground. E nesse tempo todo ali no porão, uma nova tendência foi surgindo, foi se delineando; o rock foi sofrendo mutações, novas influências foram se somando e pronto! Dessa "gestação" surgiu uma nova criatura chamada: Disco Punk ou Disco Pogo ou ainda Punk Funk, e está tomando de assalto o mundo todo!

Fire in the Disco!

A coisa era certa! Já se via nos porões underground de todo mundo: - Uma certa afluência de hits rock na pista de dança. É isso mesmo... Depois de mais de dez anos de reinado estritamente eletrônico e à falta de inovação da música eletrônica, as pistas de dança estão buscando inspiração, quem diria, no bom e velho rock'n roll!

Prova disso são as novas noites que estão pipocando nos grandes centros. Sair pra dançar, hoje em dia, não significa necessariamente você ouvir batidas eletrônicas, blips e tóins. Em baladas mais antenadas a tônica é ouvir muitas guitarras, refrões cantados e até gritados, muita bateria e baixo.

É o advento da Disco Punk! Ou seria Punk Funk? Dance Rock? Eletro Rock? Disco Pogo? Sei lá! Só sei que tudo isso é muito divertido! É um filhote bastardo que nasceu do cruzamento de influências tão díspares quanto botar num mesmo caldeirão The Clash, The Stooges, Gang Of Four, Kraftwerk, Afrika Bambaata e a Disco Music de outrora.

E essa mistureba de influências é que torna essa brincadeira bacana, você acaba ouvindo sonoridades muito familiares e acaba se identificando com os elementos sonoros que compõem as camadas sonoras dessa ou daquela banda, e o melhor é que final tudo soa muito novo, "freshness" e empolgante!

Death from above!

Bom, a "palhaçada" toda começou mais ou menos em 2001, mais precisamente no Brooklyn em Nova Iorque, quando James Murphy e Tim Goldsworth se uniram contra a pasmaceira geral e começaram a discotecar para seus amigos uma mistura estranhíssima de punk rock com disco music, que no final acabava agradando os muitos freaks que frequentavam as festas deles. O que acabou virando um sucesso estrondoso! Quem adorou essa salada toda foram, para variar, os europeus, mais precisamente os ingleses, dali pro resto do mundo foi um pulo!

Da união desses dois amigos surgia o selo "DFA" [Death from Above] que vinha com o intuito de lançar bandas e projetos que remetiam à essa sonoridade, tais como: The Rapture, Radio 4, LCD Soundsystem. Já em Londres o principal selo dessa nova safra atende pela alcunha de "Output", é comandado pelo artista multimídia Trevor Jackson, que é DJ, produtor (também conhecido como "Playgroup") e designer. O bacana desse novo hype é a soma dos conceitos da cultura clubber aliados aos do rock'n roll, àquela coisa do "do it yourself" tão propagados pelos punks! Eu aqui tou adorando!

Bandas, músicas e afins

Se você ainda não conhece nada sobre o Disco Punk procure por esses nomes: The Rapture (com o hino: "House of Jealous Lovers"), Radio 4, LCD Soundsystem, 2 Many DJ's, Playgroup, Erol Alkan, procure pelos já citados selos "DFA" e "Output", que você vai ter uma boa noção da coisa!

No Brasil

Por aqui, mais precisamente em São Paulo, o movimento disco punk tem crescido muito, visto as várias noites alternativas em que dá pra ouvir esse tipo de som. Já em Curitiba, os bares underground do circuito indie e em algumas festas já rolam faixas disco punk e a galera já urra na pista! Na própria All Starz, além de electro, a gente toca muito disco punk também!





17.5.05
"MÚSICAS PRA JÁ!"

Quer ouvir o que tá rolando de mais "up to date"? Sabe qual é a sonoridade que tá pegando agora? Pois ouça a DFA Compilation 2 e não se sinta por fora do que tá rolando de mais legal em matéria de som e festas lá na gringa, principalmente Nova Iorque e Londres: Disco Punk é a palavra-chave! ;^)

Tem que ter, tem que ouvir! Baixe, compre, pirateie ou roube!!! É essencial.





Eu já tenho a minha! E quem quiser comprar por um precinho bacana essa compilação tripla, acesse www.peligro.com.br e faça o seu pedido. Repito! O precito é camarada, hein!


"DEVASSA"



Como parte do segundo plano, eu e o gorky vamos discotecar sábado lá na Devassa de Floripa. E diz que vai ser em um puteiro, hein! Alguém se habilita nessa jogação?


12.5.05
"CHICLETE NO OUVIDO"

Para os aficionados em música, ter um iPod só não basta. Se depender da Apple, você pode ir para a academia, correr no parque, ou pedalar sua bicicleta com um aparelho de MP3 do tamanho (e peso) de uma peça de Lego ou um chicletes desses tipo trident. O mais novo "brinquedinho" atende pelo nome de iPod Shuffle (www.apple.com/ipodshuffle), custa U$ 99 doletas e pode guardar 120 músicas e, juntamente com o lançamento do Mac Mini (www.apple.com/macmini), são a mais nova febre lá fora e deixaram as revendedoras com estantes vazias.



E quem disse que propaganda não é a alma do negócio? Com tantos outros modelos de MP3 players no mercado, o iPod é o único que consegue causar tanta histeria, mesmo com um aparelho que não tem sequer um display disponível... Humpf... Sabe aquele seu CD Player? Jogue pela janela.


11.5.05
"POGANDO NA PISTA"

O conceito é um tanto esdrúxulo. E antagônico. Disco music e punk rock? Como assim, se uma coisa é a antítese da outra? Mas, sim, existe. E é uma tendência atual. Embora não seja novidade.

Quando o Public Image Ltd., o genial grupo formado por John Lydon (ex-Sex Pistols), despontou no começo dos anos 80, deu continuidade à atitude punk misturada com um groove, um suingue, vindos do dub reggae e da discoteca, cortesia do baixista maluquete Jah Wobble. O resultado: uma música contagiante, com marcação forte do baixo, bateria sincopada e letras iradas. Logo adiante, apareceu o Gang of Four adicionando uma pitada de funk. E aí, a pista encheu e o pogo dance surgiu.

Mais de 20 anos depois, o conceito disco-punk (também conhecido como dirty disco ou bastard punk ) criado pelo PIL está em plena efervescência no som de bandas atuais como Radio 4 (nome de uma música do PIL), The Killers, Electric Six, Rapture e até mesmo The Music e Franz Ferdinand, por exemplo. Tanto que a BBC Radio 1 está com um programa chamado "Death Disco" (não por acaso também o nome de uma música do... PIL!) que é apresentado por ninguém menos do que Alan McGee, o ex-dono do selo Creation, atual do Poptones, manager dos Killers e descobridor/lançador de bandas como Primal Scream e Oasis. O programa (que vai ao ar uma vez por semana dentro da franquia "One world", das 22h à meia-noite, GMT) é o melhor paliativo para o insubstituível "The John Peel Show", do falecido radialista.

Mas, será que o disco-punk já está decolando nas festas da noite alternativa carioca? Pelo visto, sim.

- Sempre botei Rapture, Radio 4, Killers e outros nomes desse estilo no meu som - diz Edinho, que toca sets de disco-punk na festas "Rock Power" (quinta-feira no Fosfobox) e "Alien Nation" (sexta-feira na Sygno). - Adoro esses resgate/revisão/renovação. São sons pós-punk, quando se experimentava de tudo, com um pé na disco, de uma maneira subversiva, é claro.

Não por acaso, muitas das bandas que fazem este approach entre os dois mundos são americanas e primas-irmãs da cena electroclash.

- Eu toco mais os remixes de Radio 4 e Electric Six - diz José Roberto Mahr, que toda quinta-feira faz esse híbrido no Dama de Ferro e, um sábado por mês, no Fosfobox. - A receptividade do público de electro é boa, porque essa galera tem mais referências. E sempre cai muito bem na pista.

- Eu acho providencial que o rock tenha se voltado para as pistas. Afinal, a motivação primeira dele sempre foi dançar e isso estava meio esquecido - diz Tito, DJ de festas na Casa da Matriz. - Aqui no Rio, principalmente, você ainda vê a galera rock muito presa a velhos formatos: seja no mofo dos clássicos, nas bandas choramingantes do brit-pop e do emo ou mesmo nas "malvadezas" do hardcore e do nu metal.

Public Image e o som da lata

Quem quiser conhecer as origens do disco-punk não pode deixar de ouvir o álbum "Second edition" (1979), do PIL, também conhecido como "Metal box" porque saiu numa edição limitada que vinha numa lata de filme. É lá que estão as músicas básicas do estilo, como "Memories" e "Swan Lake" (rebatizada depois como "Death Disco"). A versão em CD de "Metal box" acaba de sair na Inglaterra, junto com uma versão turbinada em digipack chamada "Plastic box", um CD triplo com o best of do PIL (que também fez dançar com "This Is Not a Love Song") e ainda faixas raras e remixes.

Então, troque sua boot por um tênis confortável e put fire in the disco!

Por Tom Leão

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Sete hits disco punk: Baixe já!!

DEATH DISCO - Public Image Ltd.

PARTY CRASHERS - Radio 4

SOMEBODY TOLD ME - Killers

CLUB FOOT - Kasabian

DANGER! HIGH VOLTAGE - Electric Six

HOUSE OF JEALOUS LOVERS - The Rapture

DAMAGED GOODS - Gang of Four


9.5.05
"JAMES MURPHY É LOUCO POR BARULHO!"

Há alguns anos, o rock, que já era representado na música eletrônica por gente como Primal Scream e Chemical Brothers, vem dando sinais de força nas pistas. A fusão de rock com disco music, que passeia por house e tem cara de punk, está se consolidando e sendo chamada por aí de disco-punk, punk-funk e disco-pogo...

Se formos citar três ou mais pontos importantes desta fusão instigante, James Murphy será lembrado em todos. O produtor americano, que misturava disco com punk rock nos seus sets, foi responsável por lançar o primeiro grande hit deste gênero. Em 2002, foi através do seu selo DFA (Death From Above) que saiu a faixa "House Of Jealous Lovers", do grupo The Rapture, que chamou a atenção para esta nova mistura. Detalhe: a música foi o primeiro lançamento do selo.

O agitador da cena rocker de Nova York James Murphy criou o DFA junto com seu amigo Tim Goldsworthy, com quem divide o grupo LCD Soundsystem. A dupla emplacou sua música "Losing My Edge", na mesma época, e acabou de lançar seu primeiro álbum, "LCD Soundsystem", com faixas antigas e sons novos. O grande som do momento é a música "Daft Punk Is Playing At My House", com um vocal grudento de Murphy, que tem uma voz ótima.

Recentemente, a DFA lançou uma coletânea tripla, a segunda compilação com as melhores faixas do selo. No disco "DFA Compilations 2" estão as músicas pra quem quer entender o que rola nesta cena. Se quiser saber mais sobre o estilo, descubra a "DFA Compilation 1". Você irá se deparar com as bandas Black Dice, Pixeltan, J.O.Y. e outras descobertas dos visionários produtores nova-iorquinos.

Este movimento foi, de cara, abraçado pela imprensa, que não desgruda os olhos das novidades. Como a música e a moda trocam figurinhas direto, todo o povo fashion anda super-rockeiro por aí, se jogando nas festas de disco-punk.

A história toda começou nas mãos desta turma, em Nova York, no início dos anos 2000. Hoje, é hit em todo o mundo, com destaque para Londres, onde seu "representante", o DJ Erol Alkan, vem colocando roqueiros na pista.

O inquieto James Murphy, que toca diversos instrumentos, produz, está sempre antenado em bandas novas, é empresário da sua própria gravadora e roda o mundo tocando suas músicas, concedeu uma entrevista ao site Nokia Trends. Confira abaixo:

O disco-punk nasceu das suas misturas de disco e punk rock, em festas no Brooklyn (NY). Como eram as festas no começo?

James Murphy - Era divertido... mas às vezes também era uma merda. Eu bebia, na maioria do tempo, então é difícil de lembrar...

O DJ Erol Alkan tocava desde faixas do Daft Punk até sons do The Stooges em sua festa londrina Trash. Você acha que isso influenciou na construção do punk-funk atual? Como você gosta de chamar sua música?

JM - Eu não tenho certeza. Erol é legal, ele é nosso amigo. Ele construiu muita coisa legal, isso é verdade. Aonde eu estiver, ele sempre irá me dar champagne de graça... Quanto à minha música, eu gosto de chamá-la de DFA.

O seu movimento e a DFA trouxeram de volta o conceito punk ?Do It Yourself? (faça você mesmo) para os dias de hoje...

JM - Sem chance, não há nenhum movimento neste sentido... DIY (Do It Yourself) foi minha vida muito antes desta história toda. Isto é realmente uma coisa punk, você não acha? Acho que o que está rolando agora não chega a ser um movimento. Eu sempre faço música que se encaixa num movimento, mas não é só isso. A real é que as pessoas adoram me perguntar sobre o "tal" do movimento.

O rock está de volta. Isto pode estar ajudando a acabar com o culto ao DJ e a mixagem volta a não ser mais importante quanto a música, como nos anos 70. O que você pode nos dizer a respeito?

JM - Eu acho isso ridículo, o "rock" não está de "volta": é coisa da moda. Rock como um estilo pode até voltar à moda, mas não importa. Isto tudo é um saco!

"House of Jealous Lovers" e "Losing My Edge" atraíram muito a atenção do público e da imprensa e depois disto o disco-punk começou a rolar em tudo que é lugar. Como era a cena antes destas músicas estourarem em 2002?

JM - Aqui era bem underground mesmo. Era comentado apenas em revistas que ninguém lia muito. Honestamente, eu acho que agora todos estão focados nisto como um negócio apenas. Exceto o "NME" [semanário inglês de música pop].

Por muitos anos, o rock e a eletrônica trocaram bastante informações...

JM - Eu não sei exatamente. Sempre me pergunto, "por que a gente não pode se dar bem"? Eu gosto bastante de dance music, sabe...

Como você conheceu Tim Goldsworthy?

JM - Eu fiz uma gravação para o David Holmes. Eu era o engenheiro de som, e o Tim era o programador. Nós trabalhamos durantes cinco meses juntos e assim nos tornamos amigos.

Como nasceu o DFA?

JM - DFA quer dizer algo muito, mas muito barulhento... Foi quando eu e o Tim descobrimos o barulho.

O Daft Punk está tocando na sua casa ... ?

JM - Sim! E eles estão jogando badminton.

Por Felicio Marmo


3.5.05
"WOO-HOO! TEM FESTICA!"

Então party people! A festica de maio tá aí!!! Voltamos para o sábado e dessa vez rola duas festas em uma!

- Huh? Quê?

- Como assim?

Peraí que eu explico:

- A festa é uma só mas nessa edição temos como convidados o Punktum e o Caco da eletrofesta mais bacana de Floripa - a Devassa! Coisa do tipo: Devassa meets All Starz. É isso. Diversão em dobro! Você não vai perder, vai? A gente não.

ALL STARZ ELECTRO ROCK PARTY - EDIÇÃO DE MAIO



Quando:

SÁBADO, 14/05/05 a partir da 23:00 h

DJs Convidados:

PUNKTUM & CACO

DJs Residentes:

GIL RIQUERME & RODRIGO GORKY

Hosts

Lola e Julio K.

O que você vai ouvir e dançar:

nu-electro/electroclash/synthcore/disco noveau/future rock/retrô rock/80's/vintagepunk/disco punk/popcore/bastard pops & bootlegs.

Quanto:

Entrada: $ 6,00 com flyer / $ 8,00 sem flyer
Consumação: $ 10,00

Obs: Você poderá obter o desconto também com esse web-flyer aí de cima! É só imprimir, apresentar na entrada e se lançar!!

Onde:

Le Freak
Av.: Dr. Vicente Machado, 1082 - Batel - Curitiba - PR
Tel.: (41) 322-4167

Apoio:

Rinocerante Glam
L.A.M.B. - Laboratório Alternativo de Moda do Brasil
Eletrogralha

Vale um clique!

www.fotolog.net/adevassa
www.rinoceronteglam.com.br
www.fotolog.net/rinoceronteglam
www.fotolog.net/loja_lamb
www.eletrogralha.com.br
www.lefreak.com.br

No Orkut:

All Starz
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=45659

Rinoceronte Glam
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=279481

L.A.M.B.
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=610811

Devassa
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=473027

Escreva pra gente:

projetoallstarz@hotmail.com

Organização:

Gil Riquerme e André Grimberg

Aguardem! O site oficial da ALL STARZ vem aí!!!!


2.5.05
"BAZAR"

Tem coisa legal pra fazer nesse próximo finde!

Tem bazar no Lola Café: - Moda, música, arte, experiência urbana. Um monte de gente expondo, DJs tocando (inclusive eu!) em um dos lugares mais bacanas aqui da city! Vamo pra lá?

Olha aí o flyer que eu mesmo criei pras meninas do Lola! ;^)



Infos:

Bazar da Lola - 07 e 08 de maio de 2005

Rua Portugal, 12. (ali perto daquele viaduto da Martin Afonso)
Tel: 324-7021

Expositores: Brechós, Blue Meanie Cultura Pop, Juicy by Licquor Brechó SP, Kassandra Speltri Artes Plásticas, Zankara Tarô Cigano, Viu? Moda, Lamb e B-Side

DJs: Aninha, Gorky, Gil Riquerme, Rauo Aguilera, Anarco, Gi Sinister, Fábio

Música: chill in, lounge dançante, electro, electro rock, indie, disco punk, eclectic music

Horários: Sábado - das 14 às 22 h e Domingo - das 11 às 20 h