I LOVE ALL STARZ! |
29.10.04
"PRIMEIRA CHAMADA PARA A PRÓXIMA FESTICA!!"
Intão, meu polvo! A próxima ALL STARZ já tem data marcada para acontecer! Vai ser sábado, 13 de novembro, lá na Le Freak mesmo. O convidado? DJ GIGOLÔ, tá!?
Mais infos em breve! E fui!
JOHN PEEL MORREU!!!
E o que será de mim, de nós, de todos que gostam de música, sem fronteiras, sem rótulos, sem nacionalidade? Todo dia, 18h, conectava aqui na rede do jornal e ouvia o pograma do cara pela BBC, e faço isso há mais de 20 anos. Comprei um rádio de ondas curtas nos anos 80 só pra ouvir John Peel na BBC, porque conheci o programa do cara numa viagem pela Europa e pirei. Era o melhor programa de rádio do mundo! Também através do Mauricio Valladares, uma espécie de filho espiritual do cara. Conheci os discos das sessions de John Peel (hoje tenho vários em vinis e CD). John Peel revelou, em 40 anos de programa, bandas tão distintas como Led Zeppelin, Undertones, Mogwai e até mesmo Sepultura, porque ele tocava de tudo, de todo lugar, contanto que fosse interessante, novo, diferente. atualmente o cara andava hardcore, tocava muito drum and bass dark e gabba!!! Maior zoeira! Recentemente o Zé Roberto Mahr esteve com ele no showcase do Orbital. E eu vinha tentando, desde o ano passado, uma entrevista com o cara. Usei ate de contatos internos que tenho na BBC, mas nada... Peel nao gostava de falar, dar entrevistas, era na dele. Nos últimos anos era o DJ mais bizarro do Sónarsound em Barcelona: Imagine, aquele velhinho barbudo e barrigudo chegando com o seu case e detonando techno minimal? Ninguém entendia nada! Um gênio, um ídolo R.I.P. Por Tom Leão Site do John Peel na BBC
25.10.04
"NOITINHA NOVA PRA DANÇAR!!"
E aí povo! Intão... Pra quem curte house de bom gosto e techno inteligente tem noitinha nova pra dançar aqui em CWB! É novo projeto dos DJs Bogus e Soundman Pako chamado RE-TRONIC lá no novo bar da Maçã, o Retrô. Eu recomendo pra quem gosta de e-music sem aquela bombação burra que tem rolado por aí: Tipo aquelas baladinhas infames em que tem sempre um desavisado que grita na pista: "- ACELERA DJ!" Uó. Intão não espere nada disso, só biscoito fino! Ufa... Ainda bem. DUM PROJECT + RETRÔ BAR apresentam RE-TRONIC com os DJs - BOGUS (house) - SOUNDMAN PAKO (techno) Data: Próxima Quinta-Feira, 28 de outubro de 2004 Espaço: RETRÔ - R. Trajano Reis, 351 - Quase em frente ao BIRINITES. Preço: R$ 3 (entrada) + R$ 3 (consumação) Informações: (41) 8812-0314
"THE LIBERTINES"
Não tem como não falar deles, né? O sonzim é ótimo, [simples e bacana]. O visual é cool, e a atitude idem. Sem falar que eles estarão aí pro TIM. Eu aqui tou com gana porque NÃO vou ver os show deles: - Simples, fiquei sem ingresso! Dãã... Tá... Quem for depois me conta.
Olha aí os meninos do Libertines beeem avonts um com o outro. Como é linda essa amizade, hein! :^P Gostou? Quer ver mais fotinhos??? Clica aqui! E chega disso.
"TIGA - O FIASCO?"
Tiga, o DJ que você não viu e nem vai ver tão cedo aqui no Brasil. por Beth Ferreira do site www.bitsmag.com.br Pois é, um dos nomes mais quentes do electro mundial, o DJ Tiga, que não usa óculos de noite, está no Brasil esta semana para apresentações no Rio e em S.Paulo. Mas você, caro leitor assíduo da coluna Bits da Madrugada, não vai ver, a não ser que seja convidado por uma conhecida marca de cigarros ligada também a patrocínios da Fórmula 1. Você também não vai ver matérias nos grandes jornais brasileiros, nem mesmo em nenhuma ignóbil revista de celebridade, nem nas de fofocas, nem nos sites futriquentos e nem nos mudernos. Nada, nadinha... Porque isso? Porque o DJ veio contratado pra animar festa fechada de uma companhia de cigarros que, como se sabe, hoje em dia sofre com a proibição de toda e qualquer publicidade. É a mesma que pagou uma cota de patrocínio de R$ 250 mil pra colocar pontos de venda no Skol Beats 2004, mas sem publicidade nenhuma. E, como havia antecipado a Folha de S.Paulo meses atrás, Tiga veio, está no Brasil e tocou no Rio de Janeiro no sábado, 16 de outubro, em festa na Estação Leopoldina, depois de animada excursão ao Maracanã. Além disso tocou em S.Paulo na terça, 19 de outubro. A festa com Tiga no Rio teve produção milionária: só o cachê do DJ, segundo boatos, foi de US$ 10 mil... A Estação Leopoldina foi toda decorada, o esquema 0800 de bebida e comida rolou solto e os convidados, que ninguém sabe de onde vieram, lotaram a festa. No quesito fashion a coisa foi praticamente uniforme: camisa social azul pros meninos, e nas meninas saia jeans mini, saltos altíssimos e o cabelón estilo escova japonesa impregnando o recinto. Lamentável... Entre os convidados nenhuma, mas nenhuma celebridade mesmo, nem meia celebridade ou daquelas tipo Big Brother (único ponto favorável da festa). Mas não tinha também ninguém que soubesse quem era o Tiga. Quando chegamos, eu e meus amigos, quem tocava no salão hiper iluminado, que parecia mais um baile de debutantes no Clube Canaveral em Volta Redonda, era o DJ Marcelinho da Lua, aquele do clipe com Seu Jorge. Sim, o que ganhou o prêmio MTV. A pista (ou salão, melhor) bombava... Foi o momento que escolhemos pra aproveitar, furtivamente é claro, pois éramos todos penetras. Portanto prosseguimos em direção à mesa de comes e os balcões de bebes. Triste porvenir... Como já proferiu um caro amigo DJ carioca: -Eu odeio bebida liberada (hoje também nome de comunidade no Orkut). Em meio a rapazes espaçosos, todos com orelhas estranhas, não por serem trekkers mas sim por lutarem jiu jitsu, consegui receber um copo de whisky com energético, pra combater o sono... Não sem antes tomar vários banhos de bebidas as mais diversas, vindos de rapazes sem muita consiência corporal. Mais estranheza ainda quando chegamos à mesa do bufê. Interessante: empresas de produções de eventos que vêm de S.Paulo geralmente julgam que ninguém sabe comer bem no Rio, posto que uma de nossas marcas registradas é a pizza sola-de-sapato-sem-molho-e-com-ketchup da Pizzaria Guanabara. Ignoram grandes chefs cariocas de renome internacional como Flávia Quaresma, Felipe Bronze ou Écio Cordeiro de Mello, todos responsáveis por grandes bufês da cidade. O que era aquele pedaço de beringela enrolada, ou aqueles outros tocos de queijos diversos ou ainda, umas circunferências esquisitas pra serem manuseadas com palito de dente que, tardiamente, descobri ser patê?!?!?! Felizes os rapazes de camisa social azul que passaram na Guanabara antes e embarcaram na pizza-sola... Eles só sofreram com o bufê na segunda rodada: a de pedacinhos de bolo... Francamente! Desiludida já e morta de sono voltei para a pista-saloon (meus amigos tinham desistido do bufê faz tempo). Foi quando me deparei com foguinhos vindos de circenses que se posicionavam sobre os balcões de bebida liberada. Foi um anti-clímax realmente descobrir que havia mais um motivo pra não tentar mais um copo de bebida liberada, acrescida de banho batismal. Me resignei, parei e ouvi o som: Roberto Carlos... Marcelinho? O que houve com você? Que bicho te mordeu? Ovacionado, Marcelinho da Lua passou o som para o grande convidado da noite: Tiga, o DJ gringo. A pista-saloon repleta, cheíssima e, quando entrou o Tiga, simplesmente a manada debandou... Entramos, felizes, ainda nos esquivando dos foguinhos, eu e meus amigos penetras. Basicamente umas 20 pessoas entre eu e meus amigos e outros notívagos cariocas que, como eu, se dixcolaram pra ver o Tiga. Informalmente montamos o comitê de recepção electro carioca para Tiga. Ainda bem, se não fossemos nós, os penetras, não restaria ninguém na pista-saloon. Podem me chamar de mal humorada: não achei nada de mais o Tiga. Bom set, com certeza: começou com techno old school, bem gostoso e logo foi pra produções de electro techno, terminando com os hits gigolo, claro. Mas o som do Tiga não justificou minha penetrada na festa de cigarro pra passar tamanho sofrimento me esquivando de foguinhos, de banho de bebida, de público equivocado, fora que a tal Estação Leopoldina é longe pra cacete... Preocupada ainda em saber quem eram os VJs contratados perguntei pra um dos 10 funcionários da empresa produtora que ficavam no palco, quem seriam eles? Claro que ninguém sabia. Viajei imaginando imagens no telão compostas por aquelas "simpáticas" fotos que vêm atrás dos maços de cigarros hoje em dia. Coisas como bebês dançantes entubados ou ratos e baratas fumando e a fumaça dançante bailando ao som do electro techno do DJ. Tudo isso porque tinha um cartaz enorme, bem na cabeça do Tiga, com a clássica frase, "cigarro faz mal à saúde" . Uns 3 metros de altura de cartaz... Agora, por favor, alguém me diga qual o propósito de uma festa dessas? Algo de gênero não custou menos de 3 dígitos, 3 dígitos grandes... Pra que trazer um DJ estrangeiro de renome, impedir o público de vê-lo com contratos que impedem o artista de se apresentar em outras festas ou clubes, pra ter um retorno xoxo do público camisa social azul que eles queriam atingir? Melhor promover uma festa sem bufê, chamar qualquer DJ da Nuth ou do Baronetti, avisar que tem muié e bebida liberada e economizar nos ítens pesquisados em revistas e sites mudernos: VJs, DJ gringo de electro, grandes equipamentos de iluminação, etc... E assim vamos: lutando a mais de uma década pra desenvolver uma cena cultural eletrônica e de vanguarda neste país pra ver que o dinheiro que poderia estar sendo empregado em cultura ou em projetos sociais é desaguado sem dó em eventos sem sentido nenhum e mais, sem propósito visível de marketing. Parece mais é lavagem de dinheiro... E não me falem em Tiga tão cedo! Huahua! Gente, qué isso?? Eu sou um daqueles que gostaria muito de ver o Tiga ao vivo! Mas te digo que não sei se rio ou se choro desse relato da Beth. Francamente...
"MARC ALMOND SOFRE ACIDENTE DE MOTO"
Marc Almond, vocalista do Soft Cell, sofre acidente em Londres e está na UTI em estado grave Marc Almond, cantor britânico do Soft Cell e hoje em carreira bem sucedida como DJ, sofreu um grave acidente de moto, em Londres no domingo, 18 de outubro. Almond viajava de carona em uma moto Suzuki, dirigida por um amigo, que também se machucou na colisão com um carro Vauxhall no centro da cidade, em Cannon Street. O acidente aconteceu por volta das 16 horas e a rua estava cheia de gente. A identidade de Marc Almond foi confirmada pelo departamento de polícia de Londres. O amigo de Almond que dirigia a moto também se feriu gravemente e foi levado para o hospital, mas seus ferimentos não são considerados tão graves como os de Almond, cuja condição é crítica e está sendo tratado na UTI. Os ferimentos do vocalista do Soft Cell foram na cabeça, com a colisão ele foi lançado ao ar e ficando e em estado inconsciente foi levado para o Royal London Hospital onde sofreu cirurgia de emergência no domingo à noite. O motorista do carro não se feriu. Uma investigação está sendo feita pela polícia de Londres e pode ser facilitada porque havia muitas testemunhas na hora do acidente. Hoje existem campanhas na Inglaterra e em outras parte do mundo para proibir que pessoas viajem de carona em motos, pois estes têm menor controle e são os que se machucam mais nos acidentes. Marc Almond foi sondado para tocar no Brasil como DJ, ainda este ano, mas as datas não foram confirmadas. O Soft Cell, a banda de Almond, conseguiu fama internacional com o hit Tainted Love em 81. Tainted Love, cover do Soft Cell de uma canção do Northern Soul, tem o recorde de ser o single que ficou mais tempo nos top 100 dos Estados Unidos. O Soft Cell, uma das bandas mais influentes dos anos 80 na Inglaterra, foi fundado por Marc Almond e Dave Ball, seu colega da faculdade de artes. Além de Tainted Love a banda teve na década de 80 os hits Bedsitter, Say Hello Wave Goodbye e Torch. Entre 80 e 84 a banda teve 6 álbuns na parada dos top 20 vendendo mais de 10 milhões de cópias. O Soft Cell acabou em 84 e Marc Almond seguiu em carreira solo. Em 85 esteve em terceiro lugar na parada britânica com o single I Feel Love, ao lado do Bronski Beat. Em 89 teve outro hit com um cover de Something's Gotten Hold Of My Heart com Gene Pitney. Em 2001 Almond se reuniu ao antigo parceiro, Dave Ball, para uma vitoriosa turnê com o Soft Cell. Além da carreira de cantor, com projetos onde ousa ao ponto de cantar com orquestras sinfônicas, Marc Almond é escritor e edita livros. Além disso tem seguido uma bem sucedida carreira como DJ de electro e electroclash e talvez viesse ao Brasil e Argentina este ano. Uma das cláusulas do contrato de Marc Almond pedia que a imprensa não fizesse perguntas sobre o Soft Cell e se concentrasse em sua carreira de DJ. Fontes: UOL, BBC, London Evening Standard, BitsMag Puxa... Uma pena essa fatalidade. Eu sou super fã do Soft Cell e do legado da banda. Tomara que ele fique bem, pois foi um grande nome para o pop e ver ele como DJ deve ser no mínimo engraçado!
22.10.04
"O CÉU POR CIMA DO PORTO TINHA A COR DE UMA TV QUE SAIU DO AR."
Tá gente... Não é nenhuma novidade eu sei... Mas tou botando aqui. Acabei de ler "NEUROMANCER" de William Gibson e super recomendo pra quem curte ficção científica e afins... Sabe MATRIX? Pois os irmãos Wachowsky (diretores dos filmes Matrix) chuparam na cara dura todos os conceitos sobre futuro-próximo, antecipados por Gibson láááá em 1984 (!!!!), ano em que saiu a primeira edição do livro e nem ficaram vermelhos, né? Fála sério... Chacrinha tinha razão quando dizia que nesse mundo nada se cria, tudo se copia! O termos MATRIX, CIBERCULTURA, CYBERPUNK, VÍRUS DE COMPUTADOR, foram primeiramente cunhados pelo cerebrozinho de Gibson, que também resolver botar no mesmo caldeirão: signos da cultura jovem/pop, tribos com moda, linguagem e música próprias, personagens com um pé na marginalidade e também muito couro preto e óculos espelhados! [Quer dizer que os caras do Matrix, o filme, não foram nada originais? Sim, meu bem. Só ná vá se jogar pela janela, né?] O único senão é que o (anti) herói de Neuromancer, Case, é outsider, prostítuido, cínico e drogado, o contrário de Neo que faz a linha bom moço e sem sal. E tem a Molly, que deixa a Trinity no chinelo... Femme fatale, que veste-se de couro preto, tem lentes implantadas no lugar dos olhos, porta uma flecheira de dardos envenenados, e tem "lâminas de bisturi, de gume duplo, retráteis de quatro centímetros cada uma que deslizam em encaixes existentes sob as unhas cor de vinho." Tá bom ou quer mais? É por essas e outras que super vale a pena ler "Neuromancer". Não leu ainda? Tá esperando o quê? ---------------------------------------------------------------------------------------------------------
Neuromancer - William Gibson (Tradução: Alex Antunes) De volta às livrarias o clássico cyberpunk que criou o universo MATRIX Um hacker renegado, uma samurai das ruas, um fantasma de computador, um terrorista psíquico e um rastafari orbital num thriller sexy, violento e intrigante. De Tóquio a Istambul, das estações espaciais ao não-espaço da realidade virtual, o tenso jogo final da humanidade contra as Inteligências Artificiais... Evoluindo de Blade Runner e antecipando Matrix, Neuromancer é o primeiro - e ainda hoje o mais famoso - livro de William Gibson. É considerado não só o romance que deu origem ao gênero cyberpunk, mas também o seu melhor representante. Edição especial com nova tradução, nova capa e projeto gráfico, novo prefácio e notas explicativas.
14.10.04
"MOMENTO CARAS"
Foi na última ALL STARZ? Veja se você foi clicado! ;^)
E se você quiser ver mais, vai lá no site da Look Here: http://www.lookhere.com.br/ que tem muito mais fotinhos! Se lança!
"HEY BOY! HEY GIRL!"
Excursão Eletrogralha/Chemical Brothers Os Chemical Brothers vem aí para único show no dia 20/10, quarta-feira, no Estádio do Pacaembu, tá sabendo? E tem ainda os DJs Renato Cohen, James Holroyd e Justin Robertson aquecendo antes do show da dupla, considerado um dos melhores live pa´s do mundo, quem já assistiu garante que é impressionante e inesquecível. Tá afim de se jogar? O maior portal de e-music aqui do sul, o Eletrogralha (www.eletrogralha.com.br), está organizando uma mega excursão para quem quiser ver os irmãos químicos numa boa. Olha só as infos: BATE/VOLTA *Saída de Curitiba ao meio dia (12h) da quarta-feira - 20/outubro. *Volta será à 1h da madrugada da quinta-feira - 21/outubro (após encerramento do último show). *Chegada prevista em Curitiba às 7h da manhã. * A duração média da viagem é de 6 h. O local de saída será divulgado diretamente por e-mail ou telefone 3 dias antes da viagem. ÔNIBUS 38 lugares, semi-leito com cd, tv e video, frigobar (com água e refrigerante), café, ar-condicionado e banheiro. PREÇOS Promocional: primeiros 20 lugares: R$ 65 real. Até 13/10: R$ 70,00 De 13 a 18/10: R$ 75,00 INGRESSOS Devido à variada gama de preços dos mesmos (de R$ 30,00 a R$120,00), achamos melhor cada um providenciar seu próprio ingresso e no valor que melhor lhe aprouver. Lembramos que a carteira de estudante e 1 kg de alimento ajudam a baratear os preços, porém os mesmos só são aceitos para ingressos comprados diretamente nas bilheterias do Pacaembu. Para maiores detalhes, consulte oficial da Nokia Trends no link abaixo. Como a excursão chega no começo do evento, não deve haver tempo gasto em filas. Vale lembrar também que a capacidade do estádio é de 32.000 (!) pessoas e é somente para maiores de 16 anos. ONDE COMPRAR A PASSAGEM? ÁREA 51 Shopping Estação - Av. 7 de setembro, 2775, loja 1092, f. (41) 3024 3001 PRA QUEM É DE FORA DE CURITIBA Se você é de outra cidade e quer sair com a excursão de Curitiba, mande e-mail para raul@eletrogralha.com.br ou entre em contato pelo telefone (41) 9996-9281. DÚVIDAS? Ligue para os telefones abaixo ou mande e-mail: ÁREA 51 - (41) 3024 3001 Raul (Hhal) - (41) 9996 9281 - raul@eletrogralha.com.br INFOS: www.nokiatrends.com.br www.thechemicalbrothers.com
13.10.04
ABRE EXPOSIÇÃO SOBRE SEX PISTOLS! [EM LONDRES, CLARO.]
Uma coleção que conta a história do Sex Pistols, a banda que deu origem ao movimento punk no final dos anos 70 no Reino Unido, será exibida pela primeira vez em Londres "Punk: Uma História Verdadeira e Indecente" é o título da mostra, que pretende expressar a fusão cultural entre música, moda e arte que emergiu junto com o Sex Pistols. "É verdadeira porque a mídia se apropriou desta história, e indecente como a criadora Vivienne Westwood, que viaja por sua história com suas camisetas eróticas nas quais se vê seios nus, passando por um estuprador ou uma cena de escravidão. É indecente, mas é a realidade, é anárquico", disse Emma Elia-Shauk, curadora da galeria. No total são 70 tipos de roupas, pôsters, letras de músicas e outras peças colecionadas durante mais de 15 anos por dois fãs do Sex Pistols, que poderão ser encontradas na galeria The Hospital, em Covent Garden, um espaço completamente modificado para recriar a atmosfera anárquica da época. "Construímos uma espécie de labirinto com muros oblíquos nos quais retratamos a história de um movimento coletivo e consciente, nascido da opressão social e cultural", disse a curadora. "Com suas idéias anárquicas, o Sex Pistols e outros artistas que gravitaram a seu redor jogaram pela janela todas as nossas repressões, ao construir algo novo e moderno", disse. Em 1975, o Sex Pistols se juntou a Vivienne Westwood e Malcolm McLaren e criaram uma marca chamada "Muito rápido para viver, muito jovem para morrer". A loja, rebatizada "Sex", se transformou muito rapidamente em um centro de reunião underground de artistas rebeldes. Jamie Reid se transformou no criador dos anúncios provocadores do grupo. Westwood criou uma moda para músicos, ao mesmo tempo em que o empresário Malcom McLaren inaugurou uma nova era, a da manipulação dos meios de comunicação. "Naquela época, a recessão econômica castigava a Inglaterra, (Margaret) Thatcher iria se transformar em primeira-ministra. Se você pertencesse à classe operária, não havia nenhuma esperança, nenhum futuro melhor possível. A opressão cultural estava onipresente", disse Emma Elia-Shaul. A imagem da rainha Elizabeth foi reinventada por Jamie Reid. "Sobre uma foto clássica, Jamie atravessou os valores estabelecidos que formam parte da cultura britânica e colocou a nação sobre uma lupa", afirmou. Sid Vicious, o baixista do "Sex Pistols", e sua companheira Nancy Spungen tornaram-se o casal ícone dos jovens em crise de identidade. As drogas e o álcool eram parte essencial de suas vidas. Em 1978, quando o grupo de punk-rock se dissolvia, Nancy foi encontrada morta no hotel Chelsea em Nova York, onde a banda estava hospedada. Sid foi preso e julgado como culpado pela morte da companheira. Três meses depois, o baixista morreu de overdose de heroína. Trinta anos depois deste revolução cultural, as questões colocadas em jogo pelo Sex Pistols, como a monarquia, ainda estão vigentes e podem ser vistas até o dia 23 de janeiro na exposição em Londres. da France Presse, em Londres
9.10.04
Já imaginou um dos filmes mais legais do mundo sendo re-encenado por coelhinhos??? Pois é, agora você pode ver essa versão mais do que herege do Exorcista no site ANGRY ALIEN Valeu pela dica Simone !! :)
7.10.04
"E COM VOCÊS NOSSOS NOVOS HOSTS"
A gente acha que um bom host/hostess é fundamental para o sucesso de uma festa. Daí que resolvemos fazer uma pequena entrevista com nossos novos hosts, a Lola e o Julio K, pra saber o que rola e o que não rola na entrada de um club, já que é ali mesmo que começa a festa! Enjoy! Quem é Lola? Quem é Julio K? Lola: Sou Lola, um produto made in Brazil. Tive a oportunidade de conhecer alguns países e viver alguns anos fora do Brasil, conheci várias culturas diferentes e aprendi a apreciar com muito respeito o encanto de cada uma delas. Mas também adoro a cultura brasileira e é por essas e outras que sou um produto made in Brazil!!! Julio K: Caraca meu! Sou designer gráfico e de moda, produtor, stilyst e também um agitador de primeira! Sou curioso, gosto do que é novo, tah?! And I'm a nice person and very funny too! O que um host/hostess precisa ter? Lola: Comunicação! Com muitas pitadas de bom humor, simpatia, respeito e educação. Julio K: Quem sai na noite gosta de ver e ser visto. Um bom host tem que fazer com que as pessoas se sintam incríveis, fabulosas. Quem é que não gosta de ser chamado pelo nome? De dar um truque naquela filinha básica de 1km na entrada do club? Uma boa balada começa pela porta... E força no salto então! Quem é realmente V.I.P.? Lola: Quem respeita e valoriza o trabalho dos outros. Julio K: Na real todas as pessoas que estão direta ou indiretamente ligadas à cultura club e ao dancefloor: Performers, boys, chicks, montados, dramáticos, clubbers, patys, extravagantes, fashionistas, drags... Quem merece ser barrado? Lola: Quem não está no clima da festa, quem é preconceituoso e "político" fazendo boca de urna na porta do club. Julio K: Gente carão, inconvenientes, pagodeiros e forrozeiros em geral... Ah! E jagatá style, I hate! (Não me venha com "brinco de pavão".) Montação? Lola: Acho óóóótimo! Uma delícia. Eu mesma faço isso sempre e recomendo! Julio K: I like it! Mas com bom senso. Você não precisa necessariamente sair de casa feito uma drag. Chic é saber se vestir conforme cada ocasição. Qual é o kit básico para uma boa noitinha? Lola: Meu bem... Quem é realmente chic traz de casa o seu prório kit! Isso inclui: batom (É uó você dividir batom, sabe-se lá se a fulana não tem herpes??), camisinha (claro!) e cigarro (imprescindível!). Tem um ítem que se você não tiver em casa até pode descolar em uma festa honey: uma pessoa, um alguém, um bofe, sei lá!! Julio K: Espírito alegre, cigarrinhos (Ficar pedindo um ou dois, vale! Mas a noite toda é uó, né?), um aqüezinho básico. Se você quiser colocação traga de casa tá?! Sunglasses, para quem quiser fazer uma linha to be continued também vale!
Lola mostrando o que ela tem em comum com a Ana Hikman.
Esse aqui é o Júlio K em momento cartoon.
4.10.04
"ÀS VEZES UM VENTO SOPRA E OS MISTÉRIOS DE AMOR TÊM LIVRE CURSO..."
Sometimes a wind blows and you and I float in love and kiss forever in a darkness and the mysteries of love come clear and dance in light in you in me and show that we are Love. Sometimes a wind blows and the mysteries of love come clear. Conhece Julee Cruise? Pois é... Ela se tornou uma de minhas musas quando conheci o ótimo "Floating Into the Night". Julee é uma cantora que com sua voz angustiada e melancólica sintetiza em suas canções toda a agruras do amor e do desamor, sentimentos tão comuns entre nós, mas com uma visão particularíssima, desesperada, soturna, depressiva... Seu primeiro disco: "Floating Into the Night", foi lançado pela gravadora Warner em 1989, em parceria com (acreditem...) David Lynch e o maestro Angelo Badalamenti, respectivamente letras e arranjos. Dá pra ter uma idéia?? E o disco é tuuudo de bom... Ouvir "Floating..." é ser transportado para dentro das cenas dos filmes mais angustiantes de Lynch, reforçando o clima de que nada é o que parece... A obra de Julee Cruise é a melhor metáfora para representar a lógica do amor: - Por trás de um ambiente forte, pesado; Julee acolhe com sua voz doce (cantando o amor através das letras de Lynch), mas nunca consegue superar o destino (o poderoso som dos instrumentos de construção fazendo um barulho insuportável: a música dissonante de Angelo Badalamenti.). É muito poético. Várias das canções do disco foram utilizadas por Lynch para dar o ambiente exato à série e ao filme Twin Peaks. "- Para mim, um filme é o som e a imagem trabalhando em sintonia. Sempre tive interesse na relação entre os dois, em fazê-los de fato trabalharem juntos. Nos meus filmes, gosto de experimentar ambientes e efeitos sonoros; as canções são mais ou menos como filmes sem imagens", explica Lynch. Julee Cruise, é conhecida também pela série Twin Peaks, onde ela interpretava a cantora que animava o enfumaçado bar Roadhouse, bar onde Laura Palmer costumava freqüentar. Parceria freak E o que são Lynch e Badalamenti juntos?? Badalamenti tem alguns trabalhos bacaníssimos por aí: - Fez o tema principal de "A Praia", parcerias com David Bowie, além de várias trilhas para filmes de Lynch e também a trilha para o filme e seriado cult: Twin Peaks. Lynch diz que sempre gostou da música de Angelo, e quis que ele fizesse os temas da série Twin Peaks. Mas Angelo, até então, era um compositor de músicas soul e a maioria de seus intérpretes eram negros (o que nos Estados Unidos faz muita diferença). David começou a falar sobre as músicas de Veludo Azul ("será que você poderia tocar um pouco mais devegar?"), e Angelo disse que estava tudo bem, mas que não compõe letras. Então Lynch tomou as rédeas e escreveu a letra de "Mysteries of Love" (Essa poesia aí em cima!). Angelo disse que ele chegou com um papelzinho amarelo com a letra ali escrita... e pensou: "Mas que porcaria". Era uma letra totalmente fora dos padrões, sem rima e sem muita precisão silábica. E Angelo, como um esperto garoto do Brooklin, disse a Lynch: "Não, essa letra é maravilhosa!" Até hoje Lynch diz que Angelo não o engana. "Eu toquei trompete por cinco anos quando era criança. Essa foi toda educação musical que eu tive. O grande músico aqui é o Angelo", afirma. Com Laura Palmer's Theme/Love Theme from Twin Peaks não foi menos esquisito. Lynch e Angelo estavam no estúdio com os teclados na frente. Lynch deu toda uma descrição a Angelo, para que ele pensasse na música. Coisas como: "OK. O nome dessa garota é Laura Palmer. É uma garota muito linda, mas tem uma alma perdida... e estamos numa floresta agora. Poderia tocar algo sombrio?" Então Angelo fez alguns acordes de introdução. Seguindo com a descrição, Lynch cita alguns momentos "lúcidos" nesta floresta, algo que anime mais a música, levando-a para um clímax e repentinamente voltando às trevas. Angelo tocou por uns sete minutos, e David disse que ele já poderia parar de tocar e poderia tirar uma nota sequer, pois Angelo havia acabado de compor Laura Palmer's Theme/Love Theme from Twin Peaks. Que coisa, não? "Floating Into the Night" é recomendadíssimo, hein... Vale a pena... E Julee é tudo de bom. Corra atrás!
Aí vai o track list! 01. Floating 02. Falling 03. I Remember 04. Rockin' Back Inside 05. Mysteries of Love 06. Into the Night 07. I Float Alone 08. Nightingale 09. Swan 10. World Spins Quer saber mais? http://www.juleecruise.net/
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