I LOVE ALL STARZ! |
24.8.04
"A PRÓXIMA FESTA JÁ TEM DATA MARCADA!!!!!!!!"
ATENÇÃO SENHORES PASSAGEIROS, A PRÓXIMA ALL STARZ JÁ TEM DATA MARCADA! VAI SER SÁBADO, 04 DE SETEMBRO NA LE FREAK! É isso aí! Já vai preparando o modelón, pensando no make up e separando o aqué que dia 04 estaremos com mais uma edição da ALL STARZ em novo lugar [isso aqui já tá virando uma romaria, né?]: o club LE FREAK [adorei esse nome, tudo a ver!]. E o LE FREAK é um club super novo e super bacana que fica ali na Vicente Machado, onde antes era o D'VYNIL, lembra? Pois é, e pensar que foi nesse lugar que a ALL STARZ nasceu, né? - Voltando às origens, eu diria... Peraí que daqui a pouco tem mais infos a respeito da nossa edição LE FREAK! O dia vc já tá sabendo: sábado, 04 de setembro!!! Não faça a linha desavisada e se liga aqui no blógue!
20.8.04
"SÃO PAULO ACONTECE"
DJ ícone da cena de "Club Kid" de Nova York toca em São Paulo neste finde! Quem ainda não tiver nada programado para hoje e amanhã tem em São Paulo uma boa dica. O charmoso clube Exxex, no Itaim, recebe o DJ Keoki, maior ícone da geração club kid, movimento que começou em Nova York, nos anos 90, como uma nova forma de diversão nas pistas de dança, com um som criativo acompanhado de glamour, montação e bagunça. "Éramos jovens rebeldes com maquiagem e ótimas idéias", ele gosta de dizer. Parte dessa história está no filme "Party Monster", que tem Macaulay Culkin no papel principal como o top club kid e promoter Michael Alig. Keoki foi um DJ cultuado e inovador. Tem um passado complicado e turbulento por conta de seu abuso com drogas, o que o manteve em silêncio (ou quase) por alguns anos. Agora volta em boa forma, com os álbuns "Keokiclash", chamado de "Never Mind the Bollocks" dos anos 2000, e "Kill the DJ", compilação que mistura Ramones com Gary Numan, com Cure com Ladytron. Lançado pouco após a (re)descoberta dos bootlegs, os discos colocaram Keoki de volta na mídia, seu lugar preferido. Ama tanto essa cena ao seu redor a ponto de achar que "é natural". "Não tenho nenhuma dificuldade em lidar com isso. Faz parte de mim. É fantástico!", diz sem modéstia. Com seu mix de ousadia, rebeldia, carisma e criatividade, conseguiu uma legião de seguidores. "Esta geração é tão intuitiva que a comunicação com eles através do som é absolutamente possível", diz. Você já veio ao Brasil antes. Que memória guarda daqui? Keoki - Estive aqui uma vez e me lembro de ter ficado superentusiasmado. O público brasileiro é muito receptivo e carinhoso. Estava morrendo de vontade de voltar, mas tenho trabalhado e viajado bastante. O que achou do filme "Party Monster"? Keoki - Acho que é um retrato de uma era, mas não mostra tudo o que vivemos. A sorte foi que a produção do filme usou várias pessoas envolvidas nessa cena na época, o que deixou tudo mais verdadeiro. Você acha que a noite era mais divertida quando começou? Quais são as principais mudanças de comportamento nesse sentido? Keoki - Acho que toda aquela euforia está de volta. As pessoas querem se produzir, querem ser incríveis. E não é todo mundo que usa drogas hoje em dia, que foi como tudo começou na verdade. O público também está mais aberto, quer ouvir novidades. Do punk fomos para a new wave, daí para o tecno e então para o electro. A história da música é fascinante. Você ainda gosta de se produzir para tocar? Preparou alguma roupa especial para suas apresentações em São Paulo? Keoki - Eu sempre me produzo!! E só digo uma coisa: preparem-se para uma surpresa! Qual a combinação perfeita para uma noite divertida? Keoki - Público incrível, um ótimo sistema de som e champanhe, claro! O que podemos esperar de suas noites em São Paulo? Keoki - É uma grande surpresa, mas posso dizer que será eclético e especial. Não tenho nada preparado, pois gosto de escolher as músicas na medida que sinto a energia do público. As pessoas na pista guiam meu set. São vocês as vozes da minha música. DJ KEOKI Onde: clube Exxex (r. Clodomiro Amazonas, 99, Itaim, tel.0/ xx/11/3168-6876). Quando: hoje [20/08] e amanhã [21/08], a partir das 23h. Quanto: de R$ 35 (antecipado) a R$ 50 (na porta). por Camila Yahn Veja também: DJ Keoki Fan Page http://www.michaelaligclubkids.com/ http://www.partymonster.com/
"MARATONA ROCK"
Strokes e Pixies abrem "maratona rock" na Inglaterra É para inglês ver e enjoar. De Madonna a Donnas. Do megaconhecido Morrissey ao megadesconhecido Sons and Daughters. Do espalhafatoso Darkness às recatadas garotas do 5.6.7.8's, que, tirando os japoneses, só quem assistiu a "Kill Bill" conhece. A esse caldo, junte Strokes, Pixies, Franz Ferdinand, Green Day, 50 Cent, Libertines, Dido, Pink, The Killers, White Stripes, o rap e a eletrônica. Mais de 400 nomes que falam alto à música jovem recente e não tão recente, dos mais estelares aos mais underground, se apresentam nos próximos dias em Londres e arredores, em dois supereventos badalados, um festival novo, em lugares gigantes como o Wembley Arena ou nos vários clubinhos da capital inglesa. Amanhã e domingo, cerca de 70 mil pessoas pegam o caminho do Hylands Park, área verde encravada na cidadezinha de Chelmsford (55 km a nordeste de Londres). O endereço é o do V Festival, o anual evento bancado pelo conglomerado Virgin. Esta edição de 2004 apresenta no domingo um interessante encontro de dois gigantes do rock independente americano, cada um a seu tempo. Os Strokes fecham o palco principal do evento já dando mostra de seu novo disco, o terceiro, que está sendo gravado em Nova York. A banda, que chacoalhou o novo rock em 2001, (ainda) está cotada para tocar no Brasil ainda neste ano. Logo antes dos Strokes entra em cena a reformada banda Pixies, seminal banda da virada dos 80 para os 90 que depois de década separada protagonizou a volta à ativa mais celebrada dos últimos tempos. A celebração do encontro de Strokes e Pixies fez a edição do V ter seus ingressos esgotados meses antes do evento. Na mesma hora de Pixies e Strokes, o Massive Attack e a banda Starsailor vão puxar o palco secundário, enquanto Primal Scream e Groove Armada comandam a arena de eletrônica. Os artistas principais da primeira noite do V 2004, amanhã, são os popularíssimos (por lá) Dido e Muse, no palco principal, e os meninos do Kings of Leon. Quando Pixies e Strokes estiverem guardando suas guitarras para deixarem Chelmsford, neste domingo, a cantora Madonna vai estar recolhendo todos os seus figurinos depois de apresentação em Londres, na primeira de sua residência de quatro noites no colossal Wembley Arena. A Re-Invention Tour 2004, que começou em maio em Los Angeles, é a primeira turnê de Madonna em três anos, e Londres respira Madonna nas ruas, revistas e jornais. Mas, ainda assim, nenhuma das quatro noites está esgotada. A mesma cidade que abriga Madonna vai ter, ainda na semana que entra, shows de todos os tipos e tamanhos, como o da sensação The Killers (Las Vegas), o dos veteraníssimos MC5, heróis do rock alternativo americano, além de Bloc Party, Futureheads e The Cribs, bandas da falada novíssima geração da música britânica. Até que chega o outro final de semana. E a coisa complica de vez. Na sexta, dia 27, começa o espetacular Reading Festival, cujo slogan é "talvez o principal encontro de público jovem, grande atmosfera e boas bandas de rock do planeta". Em três dias entram em ação cerca de 140 atrações. Tudo espalhado em uma fazenda no meio da cidade universitária de Reading, que fica a 40 minutos de trem de Londres, mais ou menos. O festival deste ano é encabeçado, em seu palco principal, pelo gigante Darkness e pelo Offspring (na sexta), pela excelente linha formada na seqüência por Franz Ferdinand, Libertines, Morrissey e White Stripes (sábado) e Green Day e 50 Cent fechando o domingo e o festival em si. O que reúne mais expectativa é o line-up do sábado, que termina com a volta ao Reino Unido do meteórico grupo escocês Franz Ferdinand, depois de uma bem-sucedida turnê por Austrália, Japão e EUA; tem o Libertines, pronto para explodir com o já badalado segundo disco "The Libertines", que nem foi lançado ainda; o sempre respeitado Morrissey; e o White Stripes, que fará seu último show do ano. Da enorme lista de atrações do Reading 2004, 50 Cent (Chimera Hip Hop), LCD Soundsystem (Sonar Brasil), 2 ManyDJs/Soulwax, Kinky e Dizzee Rascal (Tim Festival) e MC5 (Goiânia Noise) têm o Brasil em sua agenda futura de shows. Paralelamente ao Reading, mas em Londres mesmo, e no mesmo final de semana do feriado bancário, os famosos jardins vitorianos de King Cross recebem em oito palcos ao ar livre outra carga de cem atrações da nova música. O Cross Central Festival, armado pela primeira vez, reúne badalados DJs como Derrick Carter, Erol Alkan e Mark Farina, novos grupos como British Sea Power e The Others e os modernosos LCD Soundsystem, Chicks on Speed, Ladytron e Soul II Soul, que vem ao Brasil para ser destaque no Brasília Music Festival - Electronic, em setembro. Por Lúcio Ribeiro Especial de Londres
"NEWS FROM LONDON"
E direto de Londres, fontes seguras nos revelam o que anda acontecendo de bacana na capital party people. Nosso amigo o DJ Raphael Pelizzaro nos manda agradáveis notícias sobre o electro/electroclash! E o electroclash não está morto não, apenas saiu dos holofotes da mídia mainstream!! (Ufa! Que bom!). A cena underground que mistura electro, rock e 80's continua com noites bem fortes por aqui, tais como: a Trash do DJ Erol Alkan (que lota toda semana), Nag Nag Nag do Jonny Slut e Fesh no 333. Também tem Computer Blue, a noitinha Trailer Trash no Club On The Rocks ali em Shoreditch que rola dirty electro-disco and twisted house(!?), Return To New York e The Cock. Está rolando também uma onda de house com uma influência pesada de electro! Ele manda avisar que vai rolar um um festival ali ao norte da King Cross Station no fim do mês chamado TDK Cross Central com um line up absurdo! Dá uma olhada na site www.crosscentral.co.uk e chore! É tão bom ouvir notícias assim!! Enquanto isso a gente vai fazendo o que pode por aqui, né? [Suspiro!] Se informe: http://www.trashclub.co.uk http://erikapalomino.uol.com.br/noite/nitelife/index.php?no_event_id=542 http://erikapalomino.uol.com.br/noite/mondodj/index.php?mu_mondodj_id=80 http://www.nagnagnag.info/ http://www.nagnagnag.info/jonny.htm http://www.feshlondon.com/ http://www.returntonewyork.net/ http://www.computerblue.co.uk/ http://www.cantgetenoughcock.co.uk http://www.markusinteractive.com/clubs/ E também direto de Londres, o Krypton também manda mais links bacanas, olha só: www.kashpoint.com www.club-drama.com www.loylytwins.co.uk www.ghetto-london.co.uk www.detox-club.com
"SUPERESTAILE 10"
Saiu nova edição do Superestaile! O e-zine do designer Roberto Arad, que está comemorando neste finde seus 10 anos de carreira! Vai lá! www.robertoarad.com.br/superestaile10anos/
19.8.04
Kill Bill Vol. 2 arrebentando em DVD
"Depois do sucesso nas bilheterias e no mercado de home video do primeiro filme, Kill Bill Vol. 2 foi lançado em DVD nos Estados Unidos na semana passada com enorme retorno comercial. Na história, a Noiva (Uma Thurman) continua a sua busca por vingança e enfrenta Budd (Michael Madsen) e Elle Driver (Daryl Hannah), os dois membros remanescentes do esquadrão da morte de Bill (David Carradine), além, é claro, dele próprio. O filme é o mais alugado desde que chegou às locadoras e já obteve quase 25% de seu rendimento nos cinemas só com as vendas. Foram 17,5 milhões de dólares (900 mil unidades!) em apenas 5 dias, o que também impulsionou a procura pelo Volume 1, que subiu para a sétima posição no ranking de sell thru. O DVD de Kill Bill Vol.1 chega ao Brasil em setembro. O Vol. 2 estréia nos cinemas em outubro." Por Érico Borgo do site OMELETE (o) AI QUE ÓDIO!!! AINDA VAMOS ESPERAR TODO ESSE TEMPO PRA VER ESSE FILMINHO NO CINEMA??!! BBBUUUUÁÁÁÁÁ :'(
18.8.04
"SCISSOR SISTERS - VOCÊ AINDA VAI GOSTAR!"
Em seu primeiro registro, banda nova-iorquina Scissor Sisters faz crossover de pop com atitude rock-and-roll, eletrônica e referências setentistas. Tudo começou com uma releitura corajosa de "Comfortably Numb", faixa presente no antológico álbum The Wall, da banda britânica Pink Floyd. A canção, que originalmente é uma balada arrastada e repleta da característica "psicodelia floydiana", ganhou uma batida eletrônica dançante, vocais em falsete à la Bee Gees e teclados típicos da disco music dos anos 70. Foi assim que a banda nova-iorquina Scissor Sisters chegou, no início do ano, ao topo das paradas britânicas, fato que veio a se repetir pouco tempo depois em seu país de origem. Com apenas um ano de formação, a banda trancou-se no apartamento do vocalista Jake Shears e produziu ¿ com menos recursos de estúdio que os garageiros do White Stripes, por exemplo, Scissor Sisters, primeiro registro do grupo, lançado há três meses no exterior e que agora ganha edição nacional pela Universal Music brasileira. Criados na cena noturna gay de Nova Iorque (o nome Scissor Sisters é uma gíria para uma relação sexual lésbica), a banda incorpora elementos de drag shows e performances teatrais, que vêm marcando a extensa turnê do grupo pelos Estados Unidos e Europa - vide os festivais Glastonbury, T in the Park, Roskilde e Montreux Jazz Festival. Assim como os conterrâneos do Fischerspooner, as apresentações ao vivo da banda têm forte apelo visual, graças aos figurinos retrô da formação, as quais Shears divide os vocais com Ana Matronic, e a parte instrumental fica a cargo de Babydaddy (baixo e teclados) Del Marquis e Derek G (guitarras) e Paddy Boom (bateria). Além do hit "Comfortably Numb" - que já ganhou remixes de renomados DJs como Felix Da Housecat e Tiga, o álbum de estréia da banda bebe direto na fonte de compositores como Elton John (considerado o guru espiritual e musical do grupo), os já citados Bee Gees, mas sem deixar de lado o glam rock de David Bowie, mistura que resulta em um pop moderno e, ao mesmo tempo - retrô, ideal para chacoalhar o esqueleto de convidados das mais diferentes festas. O piano marcado de "Laura", faixa de abertura do registro e segundo single de trabalho da banda, remete à figura de Ziggy Stardust, tributo ao qual não poderia faltar uma boa dose de guitarras, prioridade não esquecida pelos nova-iorquinos, que a isso adicionaram solos de saxofone na medida. Em "Take Your Mamma Out", a influência de Elton John fica explícita, em uma canção que elabora estratégias de uma possível "saída do armário": "Gonna Take Your Mamma Out All Night/Yeah, We'll Show Her What It´s all About" (Vamos levar sua mãe para sair a noite inteira/Vamos mostrá-la do que isso se trata). O mesmo acontece na balada "Mary", comandada pelo piano e por vocais muito semelhantes aos do rocketman britânico. A disco aparece novamente na ótima "Tits on The Radio" - com riffs de baixo poderosos e um refrão grudento, cantado por Shears em falsete e alternado com vocais mais graves de Matronic, e "Filthy/Gorgeous", desta vez com batidas mais aceleradas, beirando o acid house. Finalmente, uma banda pop, aberta a todos os tipos de influência e que consegue unir suas referências com bom humor, irreverência e qualidade. Não é à toa que para muitos, o Scissor Sisters, já está sendo considerado como o novo B-52's. Se continuar no caminho desde o primeiro registro, capaz de merecer o título. Por Juliana Girardi ---------------------------------------------------------------------------- Ótima a resenha da Juliana! Eu recomendo esse disco pra quem não tem pudores com pop bem feito! - Ah, se o pop brasileiro fosse metade disso... Scissor Sisters não é nenhuma novidade pra quem frequenta as festas da ALL STARZ: a gente já toca faz algum tempo! Mais infos sobre a banda: http://www.scissorsisters.com/
17.8.04
"VOCÊ TEM MAU GOSTO MUSICAL?"
Ativista faz protestos contra o "mau gosto" O que é mau gosto musical? Há quem diga que tal idéia é relativa, há quem dê exemplos sem pensar duas vezes. O norte-americano Eman Laerton é do segundo time e, para ele, a resposta passa por nomes como Justin Timberlake, Linkin Park e Evanescence. Até aí muita gente compartilha da mesma opinião, mas Laerton tomou como missão pessoal convencer os fãs desses artistas de que, sim, eles têm mau gosto musical e que deveriam ouvir coisa melhor. Desde o ano passado, ele tem ido a casas de show de Los Angeles para realizar uma espécie de protesto com espírito humorístico, batizado de "You Have Bad Taste in Music" (Você Tem Mau Gosto Musical). A idéia do "ativista" consiste em chegar horas antes de uma apresentação para, munido de um megafone, discursar ao público sobre os malefícios do hábito de ouvir o grupo ou o cantor que estão aguardando. Diante do homem vestido em uma toga negra, com óculos escuros e um capacete à Darth Vader, os adolescentes que formam a fila reagem às vezes com perplexidade, às vezes na base da farra. As manifestações são sempre registradas por um cameraman e estão compiladas em vídeo no site www.youhavebadtasteinmusic.com. A agenda de protestos tem mais uma data na quinta-feira da semana que vem, quando toca no Greek Theatre de Los Angeles o grupo Nickelback. Entre gargalhadas, o ativista explica que a lista de artistas escolhidos como alvos do "You Have Bad Taste" é definida pelo trabalho de uma equipe de 20 cientistas da revista "Scientific Proof" (Prova Científica). Após uma série de testes e pesquisas, eles chegam à conclusão de que determinado artista representa música de mau gosto. Tudo, claro, é pura tiração de sarro. Eman Laerton é Not Real Name (não é um nome de verdade) ao contrário e pseudônimo para um ex-DJ e programador de estações de rádio que pensou em uma outra maneira de condenar o estado atual do rock norte-americano que não passasse pelo ranço que muitas vezes caracteriza uma simples crítica. "Eu definitivamente quero passar uma mensagem com 'You Have Bad Taste', mas ao mesmo tempo tento fazer as pessoas rirem. Hoje em dia ninguém quer ser catequizado. Eu não posso sair por aí e simplesmente dizer: 'Ei, seu gosto para música é uma droga'. Isso não funcionaria." Fora do tom de brincadeira, Laerton diz que a razão para o "mau gosto" estar espalhado pelos EUA tem a ver com o processo de homogeneização da programação radiofônica americana. "Isso aconteceu após o Congresso aprovar o fim do limite do número de estações que uma empresa pode ter como propriedade. Hoje, uma companhia como a Clear Channel detém mais de mil estações por todo o país, o que torna a programação mais centralizada e com menos sabores locais", afirma. Para Laerton, não existe mais "o pensamento de que, se, por exemplo, PJ Harvey faz boa música, então vamos colocá-la para tocar. Hoje, rádio não é mais algo para quem gosta de música, é algo para pessoas que são passivas em relação à música". Inspiração O formato de "You Have Bad Taste in Music" foi inspirado por um documentário em curta-metragem chamado "Heavy Metal Parking Lot", de 1985, que filma todos os estereótipos do gênero entre o público de um show do Judas Priest. Estão lá desde o garoto que faz o sinal do chifre sob a simples menção de alguma banda pesada ao cabeludo sujo e com pose de mal. Apesar de se deparar em seus protestos com um público mais jovem e menos intimidador, Laerton não deixa de vez ou outra enfrentar problemas com a segurança das casas de show e com fãs mais irritadiços. "Uma vez durante um protesto no show do [grupo] Puddle of Mudd, o nosso cameraman foi empurrado e nós não conseguimos fazer o registro. Há também os vários e-mails que eu recebo dizendo que vão atirar na minha cara, vão me matar, mas não foi muito além disso até agora", diz Laerton, que, no entanto, não revela seu nome verdadeiro. Ele, que considera de bom gosto Fela Kuti, Queens of the Stone Age, Nick Drake, Fugazi e Johnny Cash ("ele é o cara"), paga as contas de sua casa justamente por meio do que gira em torno do "You Have Bad Taste". Seu site comercializa camisetas com o logotipo do movimento, e as vendas até agora têm sido animadoras. "Vendi 120 unidades em apenas dez dias. Já ajuda a pagar o meu aluguel. De qualquer forma, 'You Have Bad Taste' é meu único objetivo na vida [risos]." E existe algum artista brasileiro que Eman Laerton consideraria um alvo em potencial para os seus protestos? "Olha, o único grupo que eu conheço do Brasil é o Sepultura, que, desde quando saiu o Max Cavalera, não ouço falar muito. Como eles estão? Vou pedir à equipe da 'Scientific Proof' para fazer um exame minucioso." Por Shin Oliva Suzuki ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Huahua! Putz... Esse cara ia ter muuuuuuuuuuuuito trabalho aqui no Brasil... E aí, concordam?
"ENTRE BRIGAS, IDAS E VINDAS, LIBERTINES LANÇA FESTEJADO 2º DISCO"
Até o fechamento desta nota, no sábado, o Libertines existia ainda como banda e tinha o rock a seus pés. Com um empolgante disco novo pronto para atingir as lojas do planeta a partir do dia 30, o grupo inglês talvez até irá aparecer mesmo no show marcado para 17/08 em Nova York e quinta (19/08) em Los Angeles, para mostrar ao vivo quem está sendo considerado o responsável pela ressurreição do rock inglês. Talvez ainda o Libertines compareça, sim, para chacoalhar o colossal Reading Festival com uma esperada apresentação no palco principal, daqui a menos de duas semanas. E, quem sabe, dê as caras aqui no Brasil no final do ano, como sonha a gravadora Trama. Mas, como foi para o punk em 77 e como é hoje para o Libertines, o futuro é agora. E todas as ressalvas acima são justificáveis. A mais inconstante, explosiva e perigosa banda nova a sacudir a música jovem britânica, o Libertines encanta com seu vigoroso indie-rock de levada punk, seu jeito de Clash, Sex Pistols e Oasis tudo junto. Não à toa, a banda cai nas mãos produtoras de Mick Jones, ex-guitarrista do lendário Clash. Mas, se todos esses componentes têm elevado a banda aos céus, o imponderável da relação de amor e ódio entre seus dois guitarristas, Carl Barat e Pete Doherty, pode levar o grupo à destruição em um instante. A intempestiva relação dos dois amigos de infância, excelentes guitarristas e poetas urbanos do turbulento cotidiano jovem inglês, pauta a maioria das letras de "The Libertines", o segundo CD da banda, o tal que vai atingir as lojas da Inglaterra no próximo dia 30, nos EUA no dia seguinte e no Brasil no começo de setembro. Desde que saiu o CD de estréia, "Up the Bracket" (2002), foi batizada de melhor banda nova britânica, virou assunto em todo lugar, principalmente nos tablóides. O êxito financiou a autodestruição de Doherty, viciado confesso em heroína. Saiu da banda, entrou na banda, a banda acabou, a banda voltou. Doherty foi expulso, sumiu, foi preso, brigou e quis fundar outra banda, chamada... Libertines. Barat fez e faz o que pode para segurar a onda do amigo. Enrolado com a polícia, com as drogas e com seus amigos, ele chegou a gravar o CD "The Libertines", mas agora só volta a tocar em shows quando estiver completamente limpo, segundo Carl Barat. O álbum novo é um fenômeno muito antes de ser lançado. Ele é a quebra definitiva do lançamento real e virtual de que tanto teme a indústria do disco, mas que pode até beneficiá-la. "The Libertines", o CD, vazou para a internet em junho. Desde então, expressamente distribuído, fez a banda ganhar capas e capas de revistas, artigos gigantes em jornais sisudos, alta execução em rádio e uma minitour americana marcada às pressas. Banda e fãs já vivem intensamente o álbum sem ele ter sido lançado. O Libertines, com sua juvenília punk típica dos anos 00, pós-revolução digital, é a ponta visível de um levante de moleques que empunham guitarras e picapes para falar de suas frustrações sociais, de seu estilo de vida no limite e de idas-e-vindas sentimentais. The Streets e Dizzee Rascal estão mudando o hip hop e chegando ao topo das paradas. Audio Bullys está devolvendo graça à música eletrônica. E o Libertines está no comando da "guerrilha" roqueira que está pondo Londres em ebulição, pronta para estourar. A cidade vê pipocar em seu subúrbio, e graças ao grito de independência libertino, os charmosos "guerrillas shows", apresentações de bandas pequenas dentro de pubs, clubinhos gays, metrôs e lojinhas. Tudo muito bem divulgado entre amigos e pela internet. Londres e o mundo (via internet) estão ardendo. Corra para os Libertines, antes que acabe. Por Lúcio Ribeiro
16.8.04
"We're Not Gonna Take It, anymooooore!"
Arrasou quem foi sexta feira no Porão 88 ! A festa foi TUDO!!!! Mesmo com o frio a galera saiu de casa e se jogou !! E não era no modelinho não, tinha muito modelão! Minha regra foi seguida: Montação!! Principalmente a banda!! O que foi o show dos Góticos 4 Fun? Um dos mais divertidos que eu já vi na vida!!! Momento apoteótico com Twisted Sister "We're Not Gonna Take It" em roupa de peixe... Um luxo!!! Eu voltei pra casa de manhã e o povo ainda teimava em não ir embora... Um parabéns pros Dj's Gorky "Quebra-Barraco" , Hermes "Tô nem aí" e Rafael "Clube Irmão Caminhoneiro Shell", heheheheheh A galera só pulava, sorria e gritava... As fotos? Aqui no http:/cenobite.fotopages.com
13.8.04
"NOVAS TECNOLOGIAS APROXIMAM RAP DA VANGUARDA DA MÚSICA ELETRÔNICA"
Muito além do "yo!" e das batidas quebradas, da ode à grana, ao poder e ao sexo, do discurso engajado e do denuncismo social, um outro tipo de rap vem tomando forma desde a virada do século. Underground, indie, avant hip hop. Chame como queira, o que parece indiscutível é que o hip hop está virando o disco. Se já vinha sendo consumido por jovens de classe média e alta desde meados da década de 90, foi só de uns dois anos para cá que o gênero invadiu de vez as pistas de dança da elite e a coleção de discos de fãs de dance, rock e... jazz. Alguns dos culpados atendem pelos nomes de El-P, The Streets, Clouddead, RJD2 e Dizzee Rascal. São rappers - e não raro produtores - que abraçam as novas tecnologias e, como bem fazia o rap em seus primeiros anos de vida, passam a borracha em todo e qualquer tipo de gênero no qual se pretenda enquadrá-los. "O hip hop é a nova IDM", crava o norte-americano Beans, ex-Antipop Consortium e um dos escalados para se apresentar na primeira noite do festival de música avançada Sónar, que acontece em setembro em São Paulo. Por IDM, a propósito, entenda-se: Inteligent Dance Music, vertente minimalista e pouco dançante da eletrônica, identificada com os artistas do cabeçudíssimo selo inglês Warp. Sim, o mesmo Warp de Aphex Twin e Autechre agora aposta suas fichas no rap e incluiu em seu catálogo de artistas, além do próprio Beans, outros nomes da nova mistura de rap com "música moderninha", como Prefuse 73 e Prince Po, ambos também escalados para tocar em São Paulo. Se não bastasse, a gravadora de IDM criou ainda um subselo, batizado de Lex, pelo qual lança os trabalhos de gente como Jemini, Lost Prophets e Danger Mouse. Este último, o sagaz encrenqueiro que decidiu adicionar os vocais do "Black Album" de Jay-Z ao "White Album" dos Beatles, e daí tirar o seu "Grey Album" - logo recolhido das lojas quando a EMI ameaçou processar o artista. Beatles, tecno, camadas sobre camadas de ruídos, o fato é que para além dos 50 Cent e Eminems da vida, o rap vem recebendo novas lufadas de oxigênio. E o que é melhor, devolvendo o "favor" para o público da eletrônica. "Não gosto de dividir a música em categorias. O hip hop é um amálgama de todos os gêneros e influenciou todos os gêneros. Se Afrika Bambaataa não tivesse sido exposto a Kraftwerk não teria havido um "Planet Rock'", afirma Beans, referindo-se a um dos principais hits do hip hop compostos na década de 80. "Sua tecnologia está muitos anos-luz à frente da nossa / De que planetas vocês vêm?", diz o sampler do disco de estréia do grupo de rap carioca Inumanos, um bom exemplo de que os novos ares já atingem também o Brasil. Ainda que discursos politizados permeiem, sim, a maior parte das letras do álbum, que deve ser lançado no próximo mês pela Bizarre, as palavras-chave são "seqüestre a tecnologia", "terrorista nerd" ou "Super Nintendo". Mais que uma referência verbal, os videogames, ao lado de laptops, teclados e toca CDs, passaram a dividir o espaço dos pick-ups e discos de vinil. Outra vez, é o rap usando os meios que têm à mão para passar a mensagem. "Quando o hip hop começou, os produtores usavam uma bateria eletrônica barata [modelo TR808] que não tinha dado certo. E aquilo acabou virando, por muito tempo, "o som" do hip hop", conta o produtor musical Dudu Marote. "Hoje, as pessoas têm PCs e acabam usando programas como Reason, Fruitloops, que são os mesmos usados para fazer música eletrônica", explica. Proprietário do selo Segundo Mundo, que lançou recentemente o disco do DJ Mau Mau, Marote também decidiu incluir em seu catálogo um rapper da nova geração, o desbocado De Leve. "Tem gente [do hip hop] que mete o pau até hoje, dizendo que o De Leve é um falso rapper. Mas acredito que a música tenha que ser maior do que qualquer dogma", defende. Carlos Farinha, fundador do selo/loja Bizarre, referência do "circuito indie" paulistano, concorda. "O que o Inumanos, tanto quanto o Prefuse, o El-P e todo o povo da [gravadora] Def Jux têm em comum é que não falam só para o público tradicional do hip hop. Há elementos musicais um pouco estranhos a esse universo", diz. Iniciado nas pick-ups por papas do tecno como Juan Atkinson e Derrick May, o mais recente menino prodígio de Detroit, DJ Jimmy Edgar, também aposta na hibridização entre os gêneros: "Você vê os clipes na MTV, são todos iguais. Carrões, muito dinheiro, garotas chacoalhando a bunda! Há poucos artistas realmente originais por aí, e os que são estão se voltando para a tecnologia e a música eletrônica em busca de novas idéias". Assim, uma das conseqüências talvez mais interessantes provocadas pela "nova cena" seja a de reequilibrar outra vez os pilares do hip hop. "Está havendo um resgate do turntablist, da arte do DJ. Com esse hip hop milionário, ninguém sabe quem é o DJ do Snoop Doggy", exemplifica o DJ e jornalista Camilo Rocha, outro que, entre uma faixa e outra, não deixa de incluir algumas batidas do gênero em seu setlist. Por Diego Assis ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Bacaníssimo esse texto do Diego! Muito rico em referências. Eu se fosse vc digitava esses nomes que estão em negrito lá no Google e ia atrás de mais infos a respeito. Super vale a pena! Se informe e corra atrás!
"3º HYPE APRESENTA TENDÊNCIAS DA MÚSICA E DA ARTE ELETRÔNICAS"
A terceira edição do Hype, mostra organizada pelo Sesc Pompéia para apresentar diversas tendências de música e arte eletrônicas, reúne 11 atrações até o dia 22. Hoje, dia 13, é a vez do músico e produtor Loop B, que comemora 50 anos e recebe convidados como Lívio Tragtenberg e Paulo Beto - nome por trás do projeto Anvil FX. No repertório haverá obras dos três, misturando música eletrônica com ritmos brasileiros, principalmente samba e baião. Na quarta e na quinta (dias 18 e 19), apresenta-se a dupla alemã Cobra Killer, formada por Gina V. O'Dorio e Annika Line Trost. Apesar do visual simpático ao electroclash nova-iorquino, as meninas do Cobra são adeptas de um electro mais elaborado, com experimentalismos, breakbeat, retrô e punk rock. Amanhã (dia 14), elas fazem um set como DJs no clube Ampgalaxy. Nos mesmos dias do Cobra, também se apresentam os conterrâneos do Le Hammond Inferno. A dupla Marcus Liesenfeld e Holger Beier, precursora do bastard pop, pode ser a grande surpresa da mostra. Seu som é dançante, com remixes espertos de gêneros musicais diferentes. "Quando Berlim foi dominada pelo tecno, no começo dos anos 90, sentimos necessidade de trabalhar com estilos variados", explica Holger. Um bom exemplo é o house "Hebert", do CD "My First Political Dance Album" (2001), que tem um ótimo resultado apesar dos manjados vocais de "Deixa Isso pra Lá", de Jair Rodrigues (que canta com eles na quinta). "Já sampleamos de Stone Roses a Emersom Fitipaldi", diz Holger. Outros destaques da dupla são o big beat "Move Your MP3" e a "funky" "F.S.B.". No galpão do Sesc ainda há apresentações multimídia de nomes como o grupo carioca Chelpa Ferro, O Grivo e Tato Taborda. Por Igor Ribeiro 3HYPE Choperia Sesc Pompéia R.: Clélia, 93, Água Branca, região oeste, tel. 3871-7700. 800 lugares. Hoje (dia13), qua. e qui.: 20h30. Ingr.: R$ 8 a R$ 20.
11.8.04
"ERM..."
Eu sei que isso é bem narcisista, mas... assim como o Gil e a Carol, EU TAMBÉM TENHO FLOG, TÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ ? Então passem lá e ao menos dêem oi ! O endereço é http://www.fotolog.net/gorky Valeu !
10.8.04
A última All Starz arrasou messssssmo !! Ainda sinto os efeitos.... heheheh E pra quem quiser dar uma olhada nas fotos dá uma passadinha no fotopages. ...fui! =)
9.8.04
"E TEM MAIS FESTINHA BOA NA SEXTA!"
E parece que o povo tá se mobilizando pra fazer umas festinhas bacanas, né? Acho ótimo: Curitiba tá precisando! E aqui vai mais uma nessa sexta: - Aproveitando pra dizer que vou tocar e que vou fazer um set total Acid House!!!! - Lembra daquela sua camiseta com o Smiley? Pois trate de tirar ela do baú, deixe no sol pra espantar as traças e se lança! Preço camarada de $5 real de entrada E o Pandora é aquela baladinha trash que a gente tanto gosta, né? PS: O Pedro avisa que pessoas fantasiadas e/ou maquiadas são bem vindas!! Tá vendo? Como diria uma certa colunista: "- Montação e make up estão super em alta! Então se joga!"
"ELECTRO NA CATS"
A Sonora realiza mais um After Hour imperdível pra você! E se chegar cedo ganha um óculos de presente que é tudo de bom. E isso é só o começo: 10 DJs da nova geração de talentos de Curitiba te esperam lá, além de outras atrações que você só encontra no LUXÚRIA.
Pois é! Vou tocar lá no after da Cats nesse sábado! Vamo pra lá?
MEU DEUS!!!!
Tô bege até agora, um pouco destruída e muito feliz com o finde. Mais precisamente com a sexta, a All Starz sem dúvida é o melhor bafo que tá rolando nessa cidade! Só pelo fato das pessoas ficarem ouriçadas, se ligando perguntando de modelitos, desmarcando compromissos inadiáveis e se jogarem com toda a empolgação do mundo já vale o título!!!! O Matty fez um aquece no apê dele que foi tu-do! Tava tão bom lá, que saímos para a festa só as 2 da manhã! E ele é ótimo anfitrião, assim como o Lago e o Kleber que me receberam tão bem na sweet house deles. Um povo fino, ah, conhecí o Alexis da campanha da Gucci! Ele é maravilhoso, me apaixonei. Tem 19 aninhos, todo largado, meio grunge, bem modelo mesmo. Fora ele, o Emmanuel levou um bando de modelos, a Karol, a Puja (linda, from NY). A Wojtyla tbm marcou presença (adorei o modelito, super Marylin) mais o Beto, o Alex que mora com o Matty (lindo, fofo), Lago fervidíssimo, enfim, loucos pra ninguem botar defeito. Váááárias fotos, of course. Aguardem Eu tava tão louca que eu parecia a Narcisa Tamborindeguy. Cheguei na festa e encontrei vários bafos que adoro, o lugar é ótimo, todo mundo adorou. A polícia não incomodou, finalmente eles se tocaram. O som bombando, mas podia estar mais alto. Bom, o que importa é o clima da festa, o astral meio trash, meio glitter. E é isso o que realmente importa.
André e Thaís na última ALL STARZ ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Esse depoimento foi roubado na cara-dura lá do blog da Angel!!! Adoro essa mulé! Sou fã! ;^D
"MINICRÍTICA DE 20 FILMES EM CARTAZ - SAIBA O QUE VER E O QUE NÃO VER"
Segue abaixo uma "minicrítica" de 20 filmes em cartaz nos cinemas. Como toda crítica, parte-se de uma avaliação subjetiva, baseada na preferência pessoal da reportagem. No entanto, serve como dica para os leitores decidirem o que vale e o que não vale a pena assistir no final de semana. A lista parte do "melhor filme" para o "pior filme". ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Fahrenheit, 9/11 - Desconsidere boa parte das pesadas críticas ao diretor Michael Moore: de ser manipulador, desonesto, sensacionalista e equivocado. Porque esta é somente a voz esganiçada da "direita" que tomou conta dos EUA e vem fazendo cabeças mundo afora. Moore é, sim, um cineasta exagerado e prolixo, mas isso não afeta a importância desta sua obra como referência histórica sobre George W. Bush, provavelmente o pior e mais perigoso presidente que já pisou na Casa Branca. E perigoso não só para os EUA, mas para toda a humanidade. O filme, com seus fatos, só reforça isso. Você tem de assistir. Água Quente Sob uma Ponte Vermelha ("De l'Eau Tiéde sous un Pont Rouge") - Após um ano, "Água Quente..." volta ao circuito, mas apenas no cine Segall (Vila Mariana). Esta produção Japão-França conta a história da cobiça de um "zé ninguém" das ruas de Tóquio por um determinado objeto. E, mais tarde, trata de sua paixão por uma mulher de orgasmo bem incomum e exagerado. Um filme "de arte", triste, divertido e belo ao mesmo tempo. Balzac e a Costureirinha Chinesa ("Balzac et La Petit Tailleuse Chinoise") - Assim como "Água Quente", este filme também revela o ótimo resultado da mistura da "escola" cinematográfica francesa moderna com a do Oriente. O filme trata de uma inter-relação de amor de três amigos e de problemas sociais causados a eles e à sociedade chinesa desde a revolução cultural até fatos recentes, como a construção da maior represa do mundo (Três Gargantas, em Sandouping, na província ocidental de Hubei). "Balzac..." tem também um dos mais belos finais, entre todos os filmes exibidos este ano. Diário de uma Paixão ("The Notebook") - Para resumir, um filme feito para fazer a platéia chorar. E esse objetivo é alcançado com mérito. Embora o roteiro seja absolutamente previsível, contém uma linda (e um tanto irreal) história de amor. Fotografia, irretocável. Elenco, totalmente sintonizado. Pode ir. Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças ("Eternal Sunshine of the Spotless Mind") - Antes considerado gênio inatacável de Hollywood, agora o roteirista Charlie Kaufman é criticado aqui e ali por repetir a fórmula que, se não inventou, ao menos disseminou: a construção de histórias lineares para depois destroçá-las na tela e uni-las ao final. Ok, mas muito além disso está o conteúdo em si do filme, e isso "Brilho Eterno..." tem de sobra. Além de uma atuação muito convincente da dupla Jim Carrey e Kate Winslet. Só Kirsten Dunst, com aquele olhar repetitivamente melancólico, deixa a desejar. Mas pode ir assistir tranqüilamente. Lugares Comuns ("Lugares Comunes") - Um filme incrivelmente despretensioso e, por isso mesmo, muito agradável. Produzido por Argentina e Espanha, trata-se de uma história de amor, fidelidade e coragem de um casal ao transformar completamente a sua vida na chamada terceira idade. Este filme é uma grande surpresa para o público de todas as idades. Shrek 2 - Ainda não foi ver? Vá sozinho, com a namorada ou com os filhos. Mas vá correndo, criatura! É fantástico. As Bicicletas de Belleville ("Les Triplettes de Belleville") - Outro "desenhaço" ainda em cartaz. Vale muito a pena. Um tanto escatológico, às vezes meio lisérgico, mas com um traço e estilo impossíveis de criticar. A trilha sonora é sensacional também. Diários de Motocicleta ("The Motorcicle Diaries") - O grande filme de Walter Salles, que simplesmente simplifica e humaniza o "mito" Che Guevara na tela. O diretor resistiu à tentação de causar furor comercial e o resultado é um filme indispensável para quem gosta de cinema (e de política e história também). Efeito Borboleta ("The Butterfly Effect") - Ashton Kutner sempre teve fama de canastrão e um histórico de comédias de "quinta categoria". Então, não é sem certo receio que boa parte do público se atreve a entrar numa sala para assistir a um filme "sério" em que, ainda por cima, ele é o ator principal. Mas... surpresa! Roteiro interessante (que, por sinal, lembra muito "Brilho Eterno de uma Mente..."), texto de bom nível e, pasmem, uma atuação muito boa de Kutner! Para quem gosta de ficção, para quem gosta de drama, para quem gosta de psicologia. Moça com Brinco de Pérola ("Girl with a Pearl Earring") - Só a fotografia do filme já valeria o ingresso, mas ainda tem a beleza e a atuação impecáveis de Scarlett Johansson ("Encontros e Desencontros"), além de um pouco de história (ou "folclore") sobre o holandês Johannes Vermeer (1632 - 1675), que pintou apenas cerca de 50 obras em toda sua vida --parte desaparecida. Queimando ao Vento ("Brucio nel Vento") - A maioria dos críticos está dando apenas duas estrelinhas a este belo filme ítalo-suíço, com direção de Silvio Soldini (de "Pão e Tulipas"). Pode colocar mais uma estrelinha nessa cotação e tirar duas horas de sua vida para assisti-lo. Como bônus, durante o filme há uma declaração de amor do protagonista, feita à sua musa, sobre uma montanha de neve. É sem dúvida um dos mais belos poemas "lidos" no cinema nos últimos anos. Cazuza - O Tempo não Pára - Uma das críticas mais comuns que o filme de Sandra Werneck tem recebido é o de ser só um "clipe" da vida e agonia do mimado cantor, morto vítima da Aids (e da própria auto-indulgência). Isso é um tanto injusto porque "Cazuza" também mostra um pouco da história de um movimento relevante para a música brasileira. Os anos 80, queiram ou não, culminaram numa escola de "rock brasileiro". E Cazuza foi um de seus ícones e mestres. A trilha sonora do filme é prova "material" disso. Histórias Mínimas - Leve, um tanto superficial, mas bastante digesto, o filme mistura a história de vários personagens (argentinos pobres) em uma só trama. Não chega a encher os olhos, mas também não desagrada a ninguém. Vale três estrelinhas (ou o equivalente a um pacote médio de pipocas) Pelé Eterno - Esqueça a edição do filme, que é piegas e "comercialeba" até dizer chega. O que vale são as centenas de gols do rei, alguns inéditos, outros de ângulos jamais exibidos. Matadores de Velhinha ("The Ladykillers") - Vamos lá, não é nenhuma oitava maravilha do cinema. Para dizer a verdade, nem a centésima. Mas é divertido. O caricato "professor" fanático por Edgar Alan Poe, interpretado por Tom Hanks, é uma atração. O desfecho tragicômico agrada. O gatinho (você vai ver no final) é bacana e inteligente. Nem que a Vaca Tussa ("Home on The Range") - Vale a pena assistir. Fora isso o desenho vale pela trilha sonora e por alguns personagens cativantes, como o "bandido tirolês" e a puritana vaca Calloway, com seu delicioso sotaque inglês. Leis da Atração ("Laws of Attraction") - Um filme com tema "jurídico". Na verdade, uma bobagem "água-com-açúcar", onde não ocorre química alguma entre os protagonistas Pierce Brosnan e Julianne "Boquinha Sempre Aberta" Moore. A grande vantagem desse filme é que ele é curto (só 90 min). Mesmo assim não vale a entrada. Mulheres Perfeitas ("The Stepford Wives") - Chamar esse filme de boboca é elogiá-lo. O roteiro hesita entre a ficção tonta e a comédia sem graça. Não, leitores, nem Nicole Kidman salva esse filme. Glenn Close em interpretação afetada, então, joga a pá de cal sobre a película. Creiam: vale a pena poupar seu dinheiro. Garfield, o Filme ("Garfield - The Movie") - Ridículo. Pegaram um personagem de 26 anos de idade e alteraram não só sua personalidade, mas a de todos os que o rodeiam. Resultado: quebraram o encanto do mundo dos quadrinhos num filme tedioso e irritante. Graças a Deus, Bill Waterson jamais deixará --oremos-- que o mesmo ocorra com "Calvin e Haroldo". Já pensou um Calvin um dia interpretado, digamos, pelo filho do Macaulay Culkin? Não! Não! Não! Por Ricardo Feltrin Editor-chefe da Folha Online
"FESTIVAIS DE MÚSICA ELETRÔNICA TRAZEM VANGUARDA AO PAÍS"
Se o assunto é direito autoral, sampler, uso indevido de canções, ninguém mais apropriado para entrar na conversa do que os belgas do 2 Many DJs. A dupla, formada pelos irmãos David e Stephen Dewaele, teve sua escalação confirmada pela organização do Tim Festival, que acontece por três dias em São Paulo, em novembro. Não bastasse, David e Stephen se apresentarão por aqui também com a "matriz", o Soulwax. Explico: os dois formaram o Soulwax, um grupo de rock, no início dos anos 90. Lançaram dois discos. Há alguns anos, se aventuraram a tocar como DJs. O "problema" é que o projeto 2 Many DJs tornou-se muito mais conhecido do que o Soulwax. Há uns cinco ou seis anos, a dance music "convencional" (tecno, trance, house, drum'n'bass) começou a perder público na Europa. Dizia-se que nada havia de novo, tinha-se experimentado de tudo e não havia motivação para sair de casa e pagar uma pequena fortuna para ouvir DJs que tocavam músicas pouco excitantes em clubes enormes e impessoais. Os irmãos belgas surgiram no timing certo. Em suas apresentações, passam por seus pick-ups rock, tecno, electro, soul, funk, rap, punk... basicamente qualquer coisa que tenha surgido depois de Elvis. Pôde-se ouvir isso no Tim Festival do ano passado - sim, poucos presenciaram, mas eles estiveram por aqui. E com essa mistura e quebra da convencionalidade o 2 Many DJs exemplifica bem esses festivais e eventos que chegam ao país neste segundo semestre de 2004. A tal "rota" de shows (e de apresentações de DJs) de vanguarda a que o Brasil tenta se inserir está bem mais perto com Sónar, Eletronika, Tim Festival e cia. No mineiro Eletronika, estará, por exemplo, o insano projeto Gold Chains, "grupo" do norte-americano Topher Lafata. É música moderna, não dá para rotular como rap ou como electro ou rock. É tudo isso, misturado e jogado em ritmo ágil. Ainda em agosto, São Paulo recebe a não menos inclassificável dupla alemã Cobra Killer (duas garotas que tocam electro com uma energia punk) e o grupo Le Hammond Inferno, também alemão, que lembra um pouco Stereo Total, lembra um pouco Fatboy Slim, lembra um pouco... Isso dentro do festival Hype. Já na semana que vem (no dia 11), outro bom exemplo do que se faz de mais atual na dance music européia: o clube D-Edge abre as portas para o francês Joakim, proprietário do selo/site Tigersushi. A noite Xarope, do DJ Pareto, receberá, no final do ano, o alemão Ata Macias, "houseiro" e sócio do importante selo Klang Elektronic, da dupla-sensação Alter Ego, do hit "Rocker". No próximo dia 14, o embaralhamento entre música eletrônica, rap e rock ganha casa nova com o Intersection SP Music Fest, num galpão em Pinheiros. Estarão ali, entre outros, o DJ inglês Vigi (breakbeat) e a banda paulistana Cansei de Ser Sexy. Maior, o Sónar é um festival que se impõe sobre os outros. Está longe de ser um evento não-comercial (é bancado pela gigante Nokia), mas será ali, em setembro, que se apresentarão gente como Akufen, Beans, Kid Koala, LCD Soundsystem, Liars, Chicks on Speed, Metro Area, Ricardo Villalobos... Todas atrações tentadoras em qualquer festival do planeta, todas imperdíveis. Há ainda o F.I.L.E. e o Resfest, eventos voltados para as artes digitais, mas que terão gente da música. E antes que acabe: em dezembro, Marc Almond e DJ Hell. Por Thiago Ney da Folha de S.Paulo Eu acho que tá melhorando... o único problema é conciliar agendas e money pra tudo isso, né?
"VAMO XOXAR!"
Escolha os piores da televisão brasileira A votação para a 8ª edição do Troféu Santa Clara, que elege os piores da televisão brasileira, está aberta! Você, querido internauta poderá escolher os programas mais odiados da TV aberta na temporada 2003/2004 até a próxima quinta-feira (12). Esta edição, com 15 categorias (pior novela, ator, atriz, apresentador, apresentadora, programa humorístico, entrevistador (a), mesa redonda, locutor, programa jornalístico, infantil, variedades/fofoca, dominical, pior programa e maior fiasco da TV brasileira), contará com a escolha de um corpo de jurados e com o voto dos leitores. O único meio de participar será pela Folha Online. Não serão aceitos votos por e-mail, por carta ou fax. Os resultados serão divulgados domingo (15) na Folha Online e na Folha. O Troféu Santa Clara Simbólico, o troféu Santa Clara foi criado pela Folha em 1997 para promover a crítica à baixa qualidade da programação da televisão aberta brasileira. A intenção é apontar os profissionais que se destacaram negativamente em suas áreas de atuação, assim como apontar os piores programas. É isso aí, meu povo! TV aberta por si só já é um fiasco, né? Agora, delícia mesmo é xoxar quem acha que tá abafando. Adoro! Aí vai o link pra votação! Se lança! http://polls.folha.com.br/poll/0421503
"SEXTA FEIRA 13 - A FESTA"
Antes de alguém me perguntar 'o que fazer nessa sexta feira' já dou a dica: MUITO RRRRRRRRRRRRRRRRRÓOOOOOOOOOOOOOQUE na sexta feira 13 ! Começando com a ilustríssima Carol Wojtyla de hostess (essa é pro povo lembrar como se faz uma festa a partir da porta), ainda temos: Dj Rafael (Zé Pequeno Sound System): Muito 80s, pop e rrrróque dignos do clube do irmão caminhoneiro shell ! Os Irmãos Peixoto: Entidade misteriosa, os vulgos 2 many djs tupiniquins fizeram poucas, mas inusitadas apresentações. A identidade de todos os irmãos ainda é imprecisa, mas sabemos que nessa festa os djs gorky e hermes revelam seu sobrenome 'Peixoto'. Esperem muita coisa bizarra. MUITA. Góticos 4 Fun: A única banda de curitiba que gasta muuuuito dinheiro em lojas de cosméticos. RRRÓQUE, glitter e diversão garantida com Carlão e cia ! Resumindo: vai estar fooooooooooooda ! Info: SEXTA FEIRA 13 - A FESTA DJS: Rafael (Zé Pequeno SS) Irmãos Peixoto (Gorky + Hermes) Quando: Sexta, 13/08/04 (DUH!) a partir das 23h Onde: Porão 88 R: Carlos Cavalcanti, 1188 (ao lado da Cinemateca) Quanto: $ 5,00 de entrada + $ 5,00 de consuma APAREEEEEEEEEEEEÇAM !!!
"Valheu"
Por todos que foram na festa, esperaram por mim e gostaram ! Tentei ser o mais rrróque possível (AC/DC no meio, pra quem percebeu), os funks de sempre (aliás, pra quem ainda não sabe, fui o 1o a tocar funk aqui em ctba... hehehe) e até arrisquei um Patrick Wolf de saidera (pra quem é fissurado nas listas da trash que oErol Alkan faz mensalmente sabe do que eu tô falando). Mas é isso ! prometo que vou tentar escrever mais aqui no blog, avisando mais de festas que irei tocar, e de novidades que acho legal falar ! p.s. sim, tô horrível na foto na foto daí de baixo ! na hora que vi, saí correndo pra cortar o cabelo ! hehehehe
6.8.04
"EXTRA! EXTRA!"
Intão, gents! Saiu hoje [06/08] uma matéria sobre a gente no Caderno Fun da Gazeta do Povo! Bacana, né? Quem quiser ler a materiazinha na íntegra é só acessar http://tudoparana.globo.com/gazetadopovo/fun/. Tá um texto bem informativo e cool! Um beijo pra Juliana Girardi que mandou super bem! E a gente se vê hoje à noite??
5.8.04
"CONFIRMADÍSSIMOS!!!!!!!!"
Essa é pra quem gosta de música eletrônica, principalmente electro! Confirmdíssima a turnê dos man-machine no Brasil: KRAFTWERK Sim! Eles estarão aqui no Brasil, no Rio, São Paulo e Brasília. O show é obrigatório para todo o bom fã de e-music. Eu estive no show deles em 98 no Free Jazz Festival e digo que foi histórico!!!!!! Vamo? :: 05/11/2004, TIM Festival, São Paulo, Brasil :: 06/11/2004, TIM Festival, Rio de Janeiro, Brasil :: 08/11/2004, Teatro Villa Lobos/Teatro Nacional, Brasilia, Brasil Mais infos no site dos caras www.kraftwerk.com
4.8.04
Montação
Como todo mundo já sabe, acontece sexta dia 6, mais uma All Starz Party, com lugar novo e com certeza com gente nova também! Para os habituais starlets e pra quem tá chegando agora, um pedido:MONTAÇÃO !!! Nossa cidade está precisando de gente que não só saia do armário, mas que também tire o guarda-roupa de casa!!! Nada de minimalismo!! A hora é de vestir o modelão, de dar brilho nas botinas e de jogar muito spray pra ficar firme na peruca! Chega de ficar "ahh, mas em São Paulo o povo é mais mente aberta"... So what??? Com Curitiba sendo conservadora ou não, nós que fazemos questão de sair, beber e "quebrar tudo" temos que dedicar uma horinha a mais do nosso tempo pra arrasar e deixar a plebe sonhando com a próxima vez. Então arrasa fia!
"TAÍ O NOSSO ELECTRO"
DJ Marlboro inaugura noite no clube paulistano Lov.e Depois de uma miniturnê pela Europa, com passagens pelo festival Sónar (Barcelona) e por países como a Eslovênia, o DJ e produtor Marlboro põe os paulistanos para rebolar ao som do funk carioca. Ele estréia hoje sua primeira residência na cidade, o projeto quinzenal Pancadão, no clube Lov.e. "Tenho 24 anos de carreira e vou tentar fazer um resumo dessa história", explica Marlboro. Do som, deverá sair um mix de funk, funk carioca, electro e breakbeat. Para transportar o clima dos bailões cariocas para a pistinha do clube, Marlboro quer trazer dançarinas do Rio. "Minha vontade era levar [a São Paulo] um ônibus cheio, para as pessoas conhecerem a alegria dos funqueiros do Rio", conta. Além de ouvir uma série de hits das antigas, como "Rap da Felicidade" ("eu só quero é ser feliz...") e "Feira de Acari", o público também vai conferir a sua habilidosa performance. Isso, pasmem, tocando CDs. É de deixar dúvidas, mas quem assistiu a sua apresentação no festival mineiro Eletronika (MG), no ano passado, conferiu o DJ mixando e fazendo scratches até de costas. "Graças aos equipamentos, faço performances em CD. Antes, só podia tocando discos de vinil antigos", diz Marlboro. Na noite em que o momento mais esperado deverá ser o de dançar "Eguinha Pocotó", tocam ainda dois DJs gringos, o norte-americano Gold Chains (house, garage e tecno) e o inglês James Priestley (house, electro). por ADRIANA FERREIRA DJ MARLBORO Projeto Pancadão, com Gold Chains e James Priestley Onde: Lov.e Club & Lounge (r. Pequetita, 189, Vila Olímpia, tel. 3044-1613) Quando: hoje (dia 4), 24h Quanto: R$ 15 (c/ flyer) e R$ 25 (parte consumível)
3.8.04
GRIND - THE ROCK PROJECT FOR MIX PEOPLE
Passada a arrasadora festa de 6 anos do Grind (que contou com a participação de Lulo, Alexandre Frota, João Gordo, Zé Pedro e o rapper Xis), a hora é de fim de férias e retomada do pique normal. Como já é tradição, em agosto o projeto faz um tributo à Madonna, um dos maiores ícones do Grind e aniversariante do mês. E com uma programação eclética, buscando atender todos os gostos dentro do pop/rock, o projeto Grind mais uma vez dá espaço a novos DJs, sempre ao lado dos já consagrados na cena alternativa. O Grind também edita um fanzine colorido impresso e gratuito: O Grind Zine, que completou 5 anos e trata de cultura pop/rock gls. A edição 64 (agosto) fala do grupo indie sensação do momento, o Franz Ferdinand e sua letra traduzida mais do que assumida. A coluna Pop Starz foi até as raízes do rock'n'roll e mostra o primeiro pintoso, Little Richards, e sua conseqüente conversão ao evangelho, renegando sua homossexualidade. No Mondo Grind, fotos do mega-andrógino Pete Burns do grupo Dead or Alive. O Pop Teste traz perguntas sobre letras de Madonna. E também é destaque o duo eletrônico assumidamente gay Visavis. Para conseguir, basta pegar a versão impressa gratuita nos principais points gays e lojas de rock ou acessar www.aloca.com.br/grindzine . GRIND PROGRAMAÇÃO DE AGOSTO - MÊS DA MADONNA Residente DJ e promoter: André Pomba Hostess: Michael Love Door: Renata Fassina, Ana & Régis der Fesche 01/08/04 - 6 Anos do Grind Guest DJs: Zé Pedro, João Gordo & Adriano Costa Performance: Lulo, Alexandre Frota & Xis. 08/08/04 Guest DJs: l0c.K3 - Bobby Bonham - Tchelo - Jeff & Fabio - Binho Digital B Performance: Victor Piercing - Régis der Fesche 15/08/04 Guest DJs: Chain & Bibi - Fernando EH - Michelle Doubtfull - Elver - Mauro Borges - Marcinho Performance: Gisele Madoninha 22/08/04 Guest DJs: Regininha - Ennio - Alexandre Gonçalves - Dog Food - André Romão Performance: Christian F. & Millvich 29/08/04 Guest DJs: Sil - Elcio Cabral - Canoe Polo Skin - Wagner & Junior - Aline Moraes Performance: Bianca Exótica GRIND - The Rock Project For Mix People Domingos das 19 h às 5 da manhã. A Loca - Rua Frei Caneca, 916 - Cerqueira César (próximo da Avenida Paulista - metrô Consolação) Fone: (11) 3159.8889 Site: www.aloca.com.br Preços: Os 40 primeiros entram VIP. Até 20 horas: R$ 8,00 de entrada ou R$ 12,00 de consumação. Depois: R$ 12,00 de entrada ou R$ 18,00 de consumação. GRIND O projeto Grind começou em maio de 1998 e já pode ser considerado um clássico dentro do circuito underground. Nos quatro últimos anos foi indicado como uma das melhores noites fixas da noite paulistana, viu seu produtor, André Pomba, ser eleito como melhor promoter de 2.000 e seus performers: Bianca Exótica, Michael Love e Alisson Gothz, consagrados como personalidade da noite, do jornal A Folha de São Paulo, que também coloca o Grind como uma das melhores matinês do Brasil. O mais conceituado site GLS, o Mix Brasil, já citou o projeto como o mais inovador projeto da noite paulistana. Enfocando o rock em suas várias tendências (alternativo, gótico, pop, eletrônico, britpop, guitar, anos 80, etc.), o GRIND tem atraído um público mix aficionado por este estilo musical, sem alternativas dentro da noite paulistana. Assim, comemorou 6 anos de vida, ancorado por um sucesso de público e longevidade raros em se tratando da cena underground. O projeto também edita um fanzine colorido impresso e gratuito: O Grind Zine, que completou 5 anos e trata de cultura pop/rock gls. A fórmula do Grind, de reunir DJS amigos convidados, de várias tendências musicais, criando a aura de clubinho para uma celebração descontraída realmente pegou, se tornando uma referência para vários outros projetos alternativos espalhados pela cidade. Os performers também buscam referências rockers, fugindo do habitual esquema drag queens/gogo boys das casas gls. Na organização e idealização, está o editor da revista de rock Dynamite, André Pomba Cagni. O projeto se tornou uma boa opção para as noites de domingo num horário acessível e ampliado (iniciando às 19h e indo até as 5 da manhã), além de colaborar para diminuir o preconceito do público de rock com relação à cena gls e, porque não dizer, vice-versa. E o rock, finalmente, saiu do armário. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Eu super recomendo essa baladinha em Sampa! Festa estranha com gente esquisita: Adoro!
2.8.04
"BALADINHA NA TERÇA: - TÁ AFIM?"
NA PRÓXIMA TERÇA - 03 DE AGOSTO, O E.S.S. DEIXARÁ OS PALCOS PARA FINALIZAR OS TRABALHOS DO SEU NOVO ÁLBUM. A festança de despedida será no JOKERS PUB, uma das casa mais legais e bem-estruturadas de Curitiba, com uma pista ampla no quarto andar do famoso casarão da Rua São Francisco, 164. O som é de primeira, o telão é jóia e a decoração é finíssima. Tá certo que normalmente lá o precinho é meio salgado18:00 às 21:00 a casa deixa você PAGAR UM E LEVAR DOIS NO CARDÁPIO DE BEBIDAS TODO, exceto nas cervas importadas. Ou seja, por 7 pilas você bebe dois Johnny Walkers ao invés de um ou dois chopps por menos de 3 realitos e assim vai. Aproveitando a deixa, tocaremos lá pelas 22:00, quando já tivermos quase acabado com o estoque do bar todo, para quer assim o som se faça ouvir melhor. Convidaremos algumas bandas amigas (BAD FOLKS + GÓTICOS FOR FUN) para carinhosamente ajudar-nos a destruir alguns clássicos de Jesus Mary Chain à Mercury Rev. Nossos DJ´s do coração também serão convocados pra que essa celebração seja ainda mais especial: RODRIGO GORKY, GIL RIQUERME, HERMES E GÍ SINISTER, preparem seus cases diabólicos!!! Agradecemos a toda a galera que foi aos shows e fez com que continuássemos tocando com o mesmo tesão de sempre e convidamos a todos para participarem desta grande festa conosco. Divulguem, apareçam e cheers! Ano que vem a gente volta... André Sakr E.S.S NESTA TERÇA, 03/08 AGORA É DE GRAÇA!!! DE GRÁTIS, NA FAIXA, ZERO REAL!!! Pra fechar com chave de ouro pela última vez no ano: THE E.S.S. no JOKERS PUB. A partir das 19:00, na pista do lounge DJs: GIL RIQUERME (Allstarz) RODRIGO GORKY (Allstarz) GÍ SINISTER (Guest) HERMES (James) Participações: GÓTICOS4FUN e THE BAD FOLKS DAS 18:00 às 20:30 PAGUE UM E LEVE DOIS EM TODO O CARDÁPIO DE BEBIDAS. *exceto cervejas importadas. JOKERS PUB São Francisco, 164 entrada franca consumação 5,00 pista a partir das 19:00 show às 22:00 PROMOÇÃO: Happy hour das 18:00 às 22:00 01 DRINK = 02 SUGESTÕES: chopp brahma e long necks 2,50/2=1,25 whisky a partir de 7,00/2=3,50 absolut 7,00/2=3,50 LINKS: www.essmusic.com www.iloveallstarz.blogger.com.br www.jokerspub.com.br www.obule.com.br www.goticos4fun.blogger.com.br
"FILME SOBRE WHITE STRIPES SAI DE CIRCULAÇÃO"
"Nobody Knows How to Talk to Children", um documentário sobre o White Stripes, teve uma vida curta. Foi mostrado apenas uma vez, no Festival de Seattle. Uma semana antes do evento, a banda proibiu o diretor George Roca, 26, de projetar o filme. Os organizadores o exibiram mesmo assim, mas Roca teve de cancelar sua participação em outros festivais. O material foi gravado em abril de 2002, numa série de quatro apresentações que Meg e Jack White fizeram no New York Bowery Ballroom. Na época, eles começavam a despontar no rock, ao lado do Strokes. Durante os shows, todos lotados, Roca e sua equipe tiveram acesso tanto ao palco quanto aos bastidores e registraram a presença de fãs ilustres, como os Strokes Julian Casablancas e Albert Hammond Jr. e o ator Macaulay Culkin. "Quando estávamos filmando, nos sentíamos os caras mais descolados de Nova York, porque aquele era um ponto de mudança do rock'n'roll", disse Roca em entrevista por e-mail à Folha. Mas para entender todo o caso, é necessário voltar no tempo. Logo após o 11 de Setembro, o recém-formado em cinema George Roca e seus amigos decidiram que também precisavam mudar seu próprio destino. "Nós éramos muito fãs do White Stripes, então decidimos tentar a sorte e nos oferecer para fazer um documentário sobre eles", lembra. Em duas semanas eles trocavam e-mails com Jack White e conseguiam o OK para começar o projeto. Segundo Roca, nada foi discutido sobre os direitos do projeto até o meio das filmagens, quando mais de US$ 20 mil já haviam sido gastos e Ian Montone (advogado/empresário da banda) chegou com um contrato. A oferta era bem simples: "Assine ou pegue suas coisas e dê o fora". Ao botar tinta no papel, ele estava abrindo mão dos direitos de imagem de tudo e foi justamente este documento que foi usado para proibir as exibições do documentário. Os assessores do White Stripes foram contatados, mas se limitaram a dizer que o que Meg e Jack gostariam de dizer está escrito no comunicado oficial postado no site da banda. Lá, os dois dizem que as condições impostas para que Roca e sua equipe filmassem os shows eram as seguintes: 1) deveria ser filmado em preto-e-branco; 2) os cameramen teriam de usar uniformes (na verdade, aventais); 3) eles não poderiam conversar com as pessoas, apenas filmá-las; e 4) O White Stripes seria dono de 100% do material. O principal motivo alegado pela banda para a proibição é que "não estava tão bom quanto esperávamos; o som estava ruim, a edição não parecia correta etc.; estava aquém do que os nossos fãs estão acostumados". Mas segundo Roca, Meg e Jack só viram a primeira versão do documentário, ainda sem mixagem de som, e que logo após assistirem enviaram um e-mail dizendo que viam naquele projeto um filme "bom para ser distribuído em cinemas de arte". Ele prova seu ponto de vista dizendo que o clipe de "Black Math", lançado seis meses depois deste último contato, era idêntico ao que eles estavam fazendo. Foram usados os mesmos efeitos que transformavam em preto-e-branco todas as cores que não fossem vermelho, seguindo a paleta de cores do White Stripes. Para Roca, o principal motivo desta ação por parte da banda é puramente comercial, pois eles não queriam que "Nobody Knows How to Talk to Children" competisse com o DVD dos shows gravados na Inglaterra, que será lançado no final do ano. Sobre seu relacionamento atual com a dupla, Roca diz que acha que "eles ainda são um dos grupos mais talentosos da atualidade - embora o Jet esteja chegando perto. Mas sobre ser fã, vamos colocar desta forma: quando uma música deles toca no rádio, eu mudo de estação". por MARCELO FORLANI
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